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Raul Plassmann e Alexandre Mattos

O novo grupo gestor do Cruzeiro começa a exalar aroma, se não tão pútrido quanto o da diretoria anterior, também desagradável.

Se era inadmissível que a Raposa fosse administrada, como estava sendo, por um grupo de agentes de jogadores, a negociação pelo retorno de Alexandre Mattos beira o ‘gattopardismo’, em que o lema “mudar para tudo permanecer como está’ é autoexplicativo.

Imaginem a farra desse tipo de cartola, que o torcedor cruzeirense conhece bem (o palmeirense também), ao receber a função de renovar o elenco de futebol.

Será formiga em banquete de açúcar.

Enquanto isso, sob a desculpa de contenção de despesas, os gestores do clube demitiram Raul Plassmann, que recebia R$ 12 mil mensais, valor menor que alguns garotos da categoria de base cruzeirenses.

Quantas despesas, com pagamento de comissões e demais regalias, não serão geradas com o retorno de Mattos ao Cruzeiro?

Ah! O problema era a ajuda de custo de Raul, que, desde os tempos de jogador, somente vantagens trouxe à agremiação.

Tempos sombrios se avizinham pela Toca da Raposa nos anos que estão por vir.

Pior do que os abutres óbvios, desmascarados, previamente, pelo Blog do Paulinho, mas somente ‘tocados’ do Cruzeiro após o desastre anunciado, são os lobos (ou as raposas) em pele de cordeiro.

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