Presidente do CORI, do Corinthians, renunciou há nove dias. Novas eleições precisam ser marcadas

Há alguns meses, a presidência do CORI, do Corinthians, está sendo ocupada pelo ‘Fora Dualib’ Roberson de Medeiros, vulgo Dunga, na condição interina de vice-presidente, após o dono do cargo, o desembargador Guilherme Strenger, pedir licença para cuidar de assuntos pessoais.
Ironicamente, nesse período, além de facilitar a vida da gestão Sanches, o órgão readmitiu o ex-presidente alvinegro.
Sem alarde, no último dia 9, logo após ser eleito para comandar a Seção de Direito Criminal do TJ-SP, Strenger renunciou, oficialmente, à presidência do CORI.
O pedido já foi apresentado ao clube.
Desde então, o CORI segue acéfalo, apesar de alguns dizerem que, na gestão Dunga, já estivesse há algum tempo assim.
Diz o art. nº 42 do estatuto alvinegro:
“Ocorrendo vacância na direção de qualquer dos poderes, proceder-se-á a nova eleição, salvo se faltar seis meses para findar-se o referido mandato”
Não há prazo previsto para a convocação.
Porém, diante da flagrante ilegitimidade da atual composição, o CORI, até que novo presidente seja eleito, vaga num limbo absolutamente prejudicial ao andamento da administração do Timão, que, em determinados casos, precisa do parecer do órgão para efetivar contratos e demais resoluções.
