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Lava Jato S/A

Novas mensagens, publicadas em parceria do site ‘The Intercept’ com a ‘FOLHA’ revelam que a ‘Operação Lava-Jato’, afamada como uma guerra de procuradores e juízes ‘idealistas’ contra a corrupção, funcionava, em verdade, da mesma maneira que muitas das empresas investigadas.

Dallagnol, em conversa com membros do MPF e também com a própria esposa, discutia a melhor maneira de ganhar dinheiro com o assunto.

Dentre imoralidades diversas, o procurador fala em abrir empresa de palestras utilizando-se de ‘laranjas’, no caso, as esposas de membros da Força Tarefa.

Em determinado momento, parte da ideia de ‘lucrar’ com a ‘lava-jato’ é exposta por Dallagnol ao juiz Sérgio Moro, com aparente adesão do magistrado (ambos participaram de evento remunerado, logo na sequência).

Funcionárias do MPF foram, segundo as mensagens, desviadas de suas funções para atender à demanda dos negócios particulares de seus superiores.

Recentemente, se faz necessário relembrar, falou-se na criação de um Fundo bilionário, que seria responsável por gerir os recursos tomados de infratores condenados pela ‘lava-jato’.

O ‘negócio’ só não foi adiante por conta da pressão ocorrida após vazamento da ideia pela imprensa.

Ao transformar a ‘Lava-Jato’ em sustento, à margem da oficialidade, os procuradores do MPF, e também o juiz Sergio Moro, passaram a necessitar, cada vez mais, que a operação se tornasse, em vez de juridicamente discreta, ainda mais midiática, sujeitando-a, como de fato ocorreu, a excessos e manipulações diversas.

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