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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos”

Simone de Beauvoir – foi uma escritora, filósofa existencialista, memorialista e feminista francesa

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Extrapolaram na inaptidão

Comandados por Dionísio Roberto Domingues, ex-árbitro, diretor do departamento de arbitragem e chefe das ações emanadas do presidente da CA-FPF e demais componentes deveriam ter se mancado, não escalando Raphael Claus (FIFA), para ser árbitro de vídeo da partida comandada por Vinicius Furlan, arbitro nacional de nível mediano

Devassidão

Que predomina nos sórdidos corredores das administrações do futebol paulista e brasileiro estão dando as costas para VAR, conforme aponto na análise do ocorrido na contenda São Paulo 0 x 0 Palmeiras

Lotado              

O acaso favorece os bens comportados, sendo assim: Por ter “respeitado o Protocolo VAR”;

– depois do “sorteamento” com Flavio Rodrigues de Souza, Raphael Claus será árbitro basal da contenda:

– Santos x Corinthians na segunda feira 08/04/2019, referente à aprovação para finais da Série A1 do Paulistão 2019

Em Tempo

Vinicius Gonçalves Dias Araujo e Flavio Rodrigues tiveram seus nomes transcritos nas papeletas colocadas e giradas no globo da sorte, que pós-girado apontou que;

– Flavio Rodrigues de Souza será principal representante das leis do jogo na disputa Palmeiras x São Paulo do domingo 07/04/2019, alusiva à classificação para finais da Série A1 do Paulistão 29019

Zunzuns

Sugerem que existe forte tendência dos apadrinhadíssimos: Salim Fend Chaves e Leandro Bizzio Marinho, arbitrarem as altercações finais da Série A1

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15ª Rodada da Série A1 do Paulistão 2019 – Alusiva a 1ª das duas contendas semifinais

Sábado 30/03

São Paulo 0 x 0 Palmeiras

Árbitro: Vinicius Furlan

Árbitro de Vídeo

Rafael Claus (FPF-FIFA)

Item Técnico

Deixou de marcar algumas faltas, assim como, em um lance de sua responsabilidade inverteu para tiro de meta claro lance de escanteio favorável ao Palmeiras no momento que Reinaldo defensor são-paulino tocou a bola pra fora da linha de fundo

Mal Posicionado

Por duas ocasiões a bola bateu em seu corpo desviando a trajetória da mesma

Lance de interpretação

Vinicius Furlan estava de frente, visão livre, em cima do fato na ocasião do lance extremamente interpretativo que:

– com total convicção apontou a marca da cal no tocar da mão do braço esquerdo do são-paulino Reinaldo no ombro direito do oponente Dudu

Rejeitou a coragem

Segundos após ter sinalizado a marca da CAL, através meio de comunicação,

– o boto-branco ouviu seu consorte Rafael Claus (FIFA) principal componente da equipe VAR que a penalidade não houvera acontecido, seguido do convite para rever o lance;

– de pronto, tremendo na própria base Vinicius Furlan se achegou ao aparelho de TV, reviu o lance, e, submetendo-se a interferência,

– conspurcou a si mesmo, voltando atrás quanto à falta penal que houvera sido marcada com monstruosa convicção

Sobre a autoridade do árbitro a Regra 05 diz:

O jogo é disputado sob o controle de um árbitro, que tem total autoridade para cumprir as regras do jogo.

Decisões do Árbitro

O árbitro deve tomar as decisões do jogo com o máximo de sua capacidade, de acordo com as regras e o “espirito do jogo” segundo sua própria opinião. Em razão disso, o árbitro possui poder discricionário para adotar as medidas adequadas para cumprir a essência das regras do jogo.

Protocolo VAR

Na medida do possível, está em conformidade com os princípios e filosofia das Leis do jogo.

Princípio

1 – Um árbitro assistente de vídeo (VAR) é um membro da equipe de arbitragem com acesso independente às imagens da transmissão do jogo;

– o VAR pode ajudar o árbitro apenas no caso de um erro “erro” claro e manifesto “ou um” incidente grave não notado em relação a:

– Gol/não gol

– Pênalti/não pênalti

– Cartão vermelho direto(não o segundo amarelo/advertência)

– Confusão de identidade (quando árbitro adverte ou expulsa o jogador errado da equipe infratora)

Portanto

Estou convicto que o árbitro de vídeo (VAR) Rafael Claus descumpriu o protocolo e influenciou no voltar atrás do principal representante das Leis do Jogo.

Duvido e muito

Que ocorreria o mesmo se fosse invertido o posicionar:

– Rafael Claus na condição de árbitro principal e Vinicius Furlan árbitro de vídeo.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para são-paulinos e 04 para palmeirenses

Expulsão

Do preparador físico palmeirense José Omar Alves Feitosa

Domingo 31/03

Corinthians 2 x 1 Santos

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Árbitro de Vídeo

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

Trabalho executado dentro da fronteira das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintiano e 02 para santistas

Observação

Esta foi uma das diversas partidas arbitradas por Vinicius Gonçalves Dias Araújo que acompanhei via TV. Salvo uma ou duas exceções, sua postura, aplicação das leis do jogo, como também:

– respeitar para ser respeitado, se fez presente nos momentos certos;

– estes fatores o credenciam na disputa pau a pau com maioria dos árbitros brasileiro FIFA

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Política

Gente humilde

Há uma agenda necessária e urgente que precisa caminhar e não tem nada a ver com as inúteis discussões ideológicas ou a cruzada em defesa de uma civilização cristã em perigo

Um país que agoniza. Esse é o Brasil de 13 milhões de desempregados e 1,76 milhão de jovens desalentados, num retrato de uma nação sem presente e sem futuro. Os dados foram divulgados pelo IBGE e compilados pela LCA Consultores. São números que escancaram uma realidade cruel e se juntam a outros igualmente alarmantes que vêm sendo publicados desde o início do ano passado. São todos reflexos dos efeitos sociais devastadores de anos de recessão e baixo crescimento.

A Síntese de Indicadores Econômicos, também publicada pelo IBGE com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua, mostra que temos quase 55 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de pobreza. Nesse conjunto estão nada menos do que 43% das nossas crianças de 0 a 14 anos. Há ainda os que vivem em extrema pobreza, com renda mensal inferior a R$ 140. Esses já eram mais de 15 milhões de pessoas em 2017, quase 1 milhão a mais do que no ano anterior.

Somos o País com a 3ª maior desigualdade do mundo, segundo o Banco Mundial, que também mostra que no Brasil há 29,5 homicídios por 100 mil habitantes. Número que nos coloca entre os 10 países mais violentos do mundo. Dados do Instituto Trata Brasil mostram que 48,1% da nossa população, ou mais de 100 milhões de brasileiros, não têm acesso a coleta de esgoto. A qualidade da nossa educação, medida pelo Pisa – Programa para Avaliação Internacional de Estudantes, atingiu 395 pontos em 2015, abaixo da média da América Latina e dos demais emergentes e muito distante dos países membros da OCDE (apesar de gastarmos mais do que eles).

Infelizmente as evidências negativas não param por aí. Brasileiros morrem nas filas dos hospitais públicos por ausência de médicos, carência de leitos e falta de remédios. Milhões de trabalhadores se espremem diariamente em sistemas de mobilidade urbana ultrapassados e com infraestrutura e serviços precários enquanto o mundo se move aproveitando novas tecnologias. Nossos jovens pobres são cooptados pelo crime que domina as comunidades carentes em que milhões de brasileiros se amontoam em aglomerados urbanos ignorados pelo Estado. Ali moram sem coleta de lixo, sem escolas, sem postos de saúde, sem lazer ou segurança.

Esse é o Brasil real e são esses os problemas concretos. Eles estão distantes do mundo virtual e das polêmicas das redes sociais e flagelam uma população que precisa de emprego e de renda. Hoje temos um Estado que se não lhes fornece o básico e precisa parar de lhes aprofundar as dificuldades.

O Estado brasileiro se tornou o maior motor de reforço das nossas desigualdades sociais. Ao não garantir educação, saúde e segurança de qualidade, ele condena a população de baixa renda a continuar na pobreza. Ao não avaliar os gastos e as políticas públicas, ao não colocar o cidadão no centro das decisões e ao ceder aos interesses privados em detrimento da coletividade, ele alija os que não têm alternativas e protege os que não precisam – ou não deveriam ser protegidos. E assim o poder público garante privilégios e benesses para aqueles que já são privilegiados na partida.

Somos hoje um país dual, em que brasileiros são divididos entre bons e maus; entre desempregados e super empregados; entre aqueles que pagam juros altos e os que recebem recursos a juros subsidiados, ou os que pagam impostos e os que se beneficiam com regimes tributários diferenciados.

Somos um Brasil dividido entre os que vivem e os que sobrevivem e temos tornado a vida desses últimos muito mais difícil, cobrando-lhes uma resiliência infinita e injusta.

Há uma agenda necessária e urgente que está colocada e precisa caminhar. Essa agenda não tem nada a ver com as inúteis discussões ideológicas ou a cruzada em defesa de uma civilização cristã em perigo. Ela não trata de costumes ou de credos, ao contrário, ela é composta por soluções concretas e objetivas de cujos resultados dependemos para sair da atual situação – ou não afundar ainda mais.

Esqueçamos as teses retrógradas e as polêmicas infantis. Quantos mais números cruéis como os que estamos colecionando ainda serão necessários para sensibilizar governo, Congresso e sociedade de que não podemos mais continuar nesse caminho? Não é hora para brincadeiras. Precisamos nos mobilizar e agir, com a devida seriedade, em prol desse povo que vai em frente sem nem ter com quem contar. Afinal, é gente humilde, que vontade de chorar.

Publicado no Estadão no dia 03/04/2019 – Autoria da economista Ana Carla Abrão

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Finalizando

“O fato de que muitos políticos de sucesso são mentirosos, não é exclusivamente reflexo da classe política, é também um reflexo do eleitorado. Quando as pessoas querem o impossível somente os mentirosos podem satisfazê-las”

Thomas Sowell – é um economista norte-americano, crítico social, filósofo político e autor liberal conservador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-06/04/2019

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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