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Douglas Costa muda o jogo e Brasil vence Costa Rica com gol nos acréscimos

Com dois gols nos acréscimos, o Brasil sofreu para bater a Costa Rica, por dois a zero, muito por conta da entrada inspirada de Douglas Costa na partida.

Neymar, apesar do gol marcado e da emoção ao final, mais uma vez jogou mal.

O primeiro tempo da Seleção Brasileira foi decepcionante, sem criatividade e com Neymar apagado, enquanto os costa-riquenhos defendiam-se com qualidade.

Nos primeiros 25 minutos, o único lance de perigo ocorreu em contragolpe da Costa Rica, aos 12 minutos, em jogada que Borges, que, de primeira, complementou cruzamento da direita, mas a bola passou à esquerda de Alysson.

Após este período, ainda abaixo do esperado, o Brasil melhorou um pouco e chutou algumas bolas a gol.

A seleção voltou para a segunda etapa pressionando, com Douglas Costa, inspirado, no lugar de Willian, alteração esta que mudou a história da partida.

Aos 4 minutos, Gabriel Jesus, de cabeça, colocou a bola no travessão; no rebote Philippe Coutinho quase marcou.

O Brasil seguia perdendo oportunidades e Tite, aos 22 minutos, trocou Paulinho por Firmino.

Neymar demonstrava nervosismo e, para piorar a situação, tentou cavar penalidade – inexistente, aos 32 minutos (jogando-se para trás, espalhafatosamente), que chegou a ser marcada pelo juíz, mas, posteriormente, foi corretamente anulada com a ajuda do VAR.

Três minutos depois, Neymar socou a bola contra o chão e levou amarelo da arbitragem, assim como Philippe Coutinho, por reclamação.

Tudo caminhava para um preocupante empate quando, aos 46 minutos, Gabriel Jesus tentou dominar bola dentro da área, que escapou limpa para um atento Philippe Coutinho desafogar a seleção brasileira com um gol no meio das pernas de Navas.

Os últimos minutos foram controlados pelo Brasil, com direito a chapéu de carretilha do mimado Neymar, que conseguiu, aos 51 minutos, assinalar o segundo gol brasileiro, em assistência de Douglas Costa, para, ao final, desabar em choro compulsivo logo após o apito final, fruto da imensa pressão ocasionada por sua própria, até então, má-atuação.

O Brasil encaminhou a classificação, tem margem para evoluir e segue como um dos favoritos à conquista do mundial, mas, internamente, Tite terá que puxar orelhas famosas, principalmente as de quem, apesar do talento, comporta-se como garoto birrento e mimado.

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