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Palmeiras precisa copiar o Corinthians e vetar negócios de conselheiros com o clube

O Estatuto do Corinthians veta qualquer possibilidade, direta ou indireta, de conselheiros realizarem negócios com o clube.

Trata-se de grande acerto.

Se, ainda assim, de maneira dissimulada, alguns burlam a regra, a grosso modo, a grande movimentação de dinheiro é evitada.

Diferentemente do Timão, no Estatuto do Palmeiras é permitido esse tipo de relacionamento comercial, que, por razões obvias, é absolutamente conflitante, ética e moralmente.

Em exemplo: o dono da CREFISA, que, com sua esposa, pertencem ao Conselho são responsáveis por fiscalizar a própria parceria com o clube, capazes ainda de, pela condição financeira, influenciar diversos apoiadores.

Faz-se necessária, com urgência, a revisão dessa situação.

Se o sujeito quiser patrocinar o clube, que o faça, mas abdique da condição de conselheiro.

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