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Andres Sanches recorre ao TJ-SP para permitir votação de apadrinhados nas eleições do Corinthians

Revelamos, na última segunda-feira (06), que o deputado federal Andres Sanches (PT) ingressou na justiça por intermédio de seu funcionário de gabinete, o advogado João de Oliveira (que os carcereiros de delegacias conhecem bem), no intuíto de alterar regulamento eleitoral do Corinthians, que prevê como aptos a votar associados que estejam em dia com suas obrigações por, no mínimo, cinco anos.

Andres Sanches processa Corinthians para alterar regulamento que definiu lista de votantes no Parque São Jorge

O grupo “Renovação e Transparência”, que pretende lançar o parlamentar à presidência do clube, fez as contas e percebeu que a maioria dos sócios que ingressou no clube há dois anos é partidário de seus desejos – boa parte, dizem, foi até bancada pelos atuais gestores alvinegros.

Esta é a razão da briga judicial para a redução do prazo da janela, de cinco anos para o dois anos citados.

Para tal, contam com estranha brecha no Estatuto – mais uma (confeccionado, durante meses, por desembargadores e demais juristas), que possibilitaria pensar das duas maneiras.

De cara, a liminar pedida por Andres Sanches foi negada, mas o juíz concedeu prazo de 15 dias ao Corinthians para esclarecimento da questão.

A pressa dos “Renovadores” e “Transparentes”, que pretendem lançar, antes disso, o nome do candidato à presidência, porém, não permitiu esperar: um dia após, o mesmo preposto, João de Oliveira, recorreu ao TJ-SP pela liminar, em decisão que deverá ser promulgada entre hoje (09) e amanhã (10), pelo relator desembargador Rodolfo Pellizari, da 6ª Câmara de Direito Privado.

Pelo movimentação, ao que parece, esta é a carta que Andres Sanches espera ser liberada para que, ainda em desvantagem, sinta-se mais confortável (com votos extras) para tentar voltar ao comando alvinegro.

Por outro lado, as eleições do Corinthians, até então tranquilas, poderão terminar como as do Vasco da Gama, com urnas separadas abrigando estes eleitores “sub-judice” até que o mérito da questão seja devidamente avaliado, sem que saiba-se, ao certo, quem seria o verdadeiro mandatário, a não ser que a votação normal seja decidida por diferença superior à quantidade de manifestações dos associados recentes.

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