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O País dos Corruptos

Somente gente que trata a política como Fla-Flu ou mesmo desinformados beirando a demência acreditaram que o correto afastamento do PT da maquina governamental poderia inibir, de alguma maneira, os demais abutres, que acreditavam ter se safado.

São todos frutos de um país podre, de cultura corrupta, que chafurdam há anos na lama da indecência, sobrevivendo do dinheiro que deveria ser utilizado para melhorar a vida dos mais necessitados.

Saíram Lula e Dilma, mas permaneceu um Michel Temer, comprometido em remunerar a si próprio e a sua gente, que se fosse sério não teria aceitado, por duas vezes, o cargo de vice-presidente de uma organização criminosa notória, da qual, desde ontem, está explicitado que também fazia parte.

Assim como não é novidade alguma que Aécio Neves, o nariz, e Zezé Perrela tenha sido citados da maneira que foram por diversos delatores, desde a JBS, a Odebrecht e a Petrobrás, sem contar o apelidado “helicóptero do pó”, do qual são suspeitos, mas até hoje nunca mais se falou nisso.

Não há solução a curto prazo para aliviar a triste situação deste país de corruptos.

O povo precisa sair às ruas e fazer pressão pelas soluções menos ruins:

  • exigir a renuncia de Michel Temer;
  • exigir a aprovação de uma emenda constitucional – votada em caráter de urgência – para evitar que as eleições, após a renuncia, sejam indiretas, beneficiando os ladrões do Congresso;
  • exigir que qualquer político eleito (mesmo que alguns bons paguem pelos ruins) nos últimos oito anos seja impedido de candidatar-se pelos próximos oito.
  • exigir curso superior para os próximos candidatos à presidência, além de ficha limpa e investigação profunda de vida pregressa;

As sugestões acima (e são apenas sugestões) servirão para, se adotadas, emergencialmente estancar a desatada sangria da política nacional, porque mudanças profundas somente ocorrerão, se ocorrerem, com a mudança de comportamento da população.

Gerações serão necessárias para erradicar a cultura do “toma-lá-dá-cá”, que é incentivada desde o berçário na grande parte das famílias brasileiras, ávidas pelo lucro rápido, sem medir as consequências do ensino precoce da imoralidade àqueles que serão, inevitavelmente, adolescentes problemáticos e adultos ladrões.

O Brasil de Temer, Lula, Dilma, Aécio, Perrela e demais marginais nada mais é do que o reflexo de seus eleitores.

Com relação a Dória e Bolsonaro, tratado por alguns como faróis iluminadores da moralidade, deve-se observar que o primeiro sempre andou de braços dados com diversos citados não apenas nessa “Lava-Jato”, mas também em CPIs, como as da CBF, e o segundo, que, dizem, não é listado pelas empresas pela inexpressividade, sempre conviveu com a corriola que frequenta o Congresso e, coniventemente, nunca ousou denunciá-los, a não ser em discursos populistas, recheados de preconceitos e distorções morais.

Se gritar pega ladrão… não fica um, meu irmão, cantaria o excepcional Bezerra da Silva.

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