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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Todo mundo erra, só que uns viram as costas e não estão nem aí, outros procuram reparar seus erros”

Raquel Piffer – pensadora

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Escolha

Dionísio Roberto Domingues, amigo do presidente e mandachuva do setor de árbitros da Federação Paulista de Futebol, certamente, selecionou e determinou ao presidente e vice da comissão de árbitros que divulgassem o nome dos 08 árbitros que participaram do “sorteamento” referente à primeira etapa das fases finais do Paulistão 2017: Luiz Flávio de Oliveira, Salim Fend Chavez, Leandro Bizzio Marinho, Rafael Claus, Vinicius Gonçalves, Marcelo Aparecido de Souza, Rafael Gomes Felix da Silva e Flavio Rodrigues de Souza

Inoportuno

Terem colocado Salim Fende Chavez dentre os participantes para atuar na contenda Ponte Preta x Santos, sem a ressalva:

– Na quarta feira 26/03, Salim arbitrou Santos x Grêmio Novorizontino, por este motivo, previamente, a bolinha que contem seu nome deveria ser desconsiderada

Bailaram

Não deu outra! Revolveram as bolinhas, globinho parou, abriram a portinhola, caiu à redondinha designada Salim Fende Chavez

Escárnio

Ocorrendo previsíveis problemas com o principal representante das leis do jogo quanto às decisões tomada durante o transcurso da refrega, sem a menor duvida a responsabilidade será direcionado para o diretor e comissão a ele subordinada

Discordância

Meu desacordo para com os praticantes das sujeiras no futebol paulista e brasileiro veem desde quanto frequentei os bancos da escola de árbitros da FPF

Purificação

Por diversos indícios, alguns comprovados, sobre as maracutaias entabuladas nos imundos bastidores na administração da CBF, federações, clubes e entidades representativas de classe, como exemplo: entidades dos árbitros de futebol; reitero da necessidade que a parte independente dos componentes do Judiciário, MP, sequencialmente dos integrantes das policias investigativas (estadual e federal) iniciem operação semelhante à Lava Jato que investiga o comportamento dos políticos, empresários e demais corruptos e corruptores que assolaram e assolam as finanças do nosso adora Brasil, brasileiro

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11ª e 12ª Rodadas da Série A1 do Paulistão 2017

Sábado 25/03

Palmeiras 2 x 2 Audax

Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza

Item Técnico

Tolerou algumas infrações, ressaltando que dentro dos acréscimos ao tempo de jogo, pós-marcação de falta a favor do Audax em local próximo a meta palmeirense, antes da cobrança da falta, repentinamente olhou pro cronometro encerrando a refrega, este comportar gerou reclamações

Observação

É explicito que salvo cobrança de penalidade máxima a contenda deve ser encerrada no momento em que o cronometro aponte o tempo correto. No entanto, o árbitro deve usar a prudência, se o fizesse, evitaria os inflamados protestos dos atletas, principalmente do treinador da equipe visitante

Item Disciplinar

Foi correto ao advertir com cartão amarelo: 05 defensores do Palmeiras, como também: 03 para defensores do Audax

Domingo 26/03

São Paulo 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Vinicius Furlan

Item Técnico

Sem problemas

Item Disciplinar

Zanzou por não ter expulsado do campo de jogo o são-paulino Wellington Nem nos momentos (foram dois) que acertou seus oponentes. O mesmo ocorreu para com o corintiano Pablo por jogada violenta, na primeira recebeu amarelo, noutra pouco mais forte Vinicius Furlan se fez de migué. Por ultimo cito o corintiano Gabriel, bateu muito, recebendo somente o amarelo

12ª Rodada – Quarta Feira 29/03

Ponte Preta 1 x 0 Palmeiras

Árbitro: Leandro Bizzio Marinho

Item Técnico

Correta a marcação da penalidade máxima cometida por Zé Roberto, defensor palmeirense em um dos oponentes que resultou no gol da vitória da equipe campineira

Item Disciplinar

Correto os amarelos para Lucca e Marlon da Ponte Preta, como também aos palmeirenses Erik, Vitor Hugo e Zé Roberto, este ultimo recebeu dois, que somados: resultou no vermelho

Santos 3 x 1 Grêmio Novorizontino

Árbitro: Salim Fende Chavez

Itens Técnico/Disciplinar

Aceitável

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Politica

De raposas e galinheiros

A corrupção parece ter atingido o estado da arte no Brasil

A corrupção parece ter atingido o estado da arte no Brasil. Até aqui, tinha-se por certo que a roubalheira se dava basicamente como resultado da relação promíscua entre administradores públicos e empresários. Restava ao espoliado contribuinte a esperança de que os esquemas podiam ser detectados pelas instituições fiscalizadoras, como os Tribunais de Contas, responsáveis pela verificação da contabilidade da União, dos Estados e dos municípios. Diante da inusitada prisão de cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), porém, a sensação que fica é que o galinheiro está entregue às raposas, pois a função de tais conselheiros deveria ser a de zelar pelo bom emprego do dinheiro público.

Numa operação conjunta do Ministério Público e da Polícia Federal no Rio, a partir da delação premiada de um ex-presidente do TCE-RJ, descobriu-se que quase todos os conselheiros cobravam propinas para ignorar irregularidades cometidas por empreiteiras e por empresas de ônibus no Estado. Suspeita-se também que membros da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estejam envolvidos. O presidente da Assembleia, Jorge Picciani (PMDB), por exemplo, foi conduzido coercitivamente para depor. Por envolver membros de um Tribunal de Contas Estadual e deputados estaduais, o caso está sob a autoridade do Superior Tribunal de Justiça.

A atual operação é um desdobramento de outra, realizada em dezembro, quando o então presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes, foi levado para depor depois de ter sido denunciado por executivos de empreiteiras. Ele foi acusado de participar de um esquema referente à aprovação de uma linha do metrô do Rio e da concessão do estádio do Maracanã, em 2013, sob as bênçãos do então governador Sérgio Cabral. Conforme a denúncia, Lopes pediu às empreiteiras 1% sobre o valor dos contratos, cerca de R$ 60 milhões, para que o tribunal liberasse os editais. Cabral, que hoje está preso, teria recebido 5%. Depois de denunciado, Lopes se afastou do cargo e negociou a delação premiada.

Com quase todos os conselheiros na cadeia, o TCE-RJ pode não funcionar por tempo indeterminado. Pelo visto, não fará falta para o distinto público, embora fique desfalcado o tesouro da onorabile società.

Essa assombrosa situação enseja a constrangedora suspeita de que os Tribunais de Contas possam estar servindo como balcão de negócios, uma vez que de seu aval depende a continuidade de obras públicas. E essa suspeita é antiga.

Em 2007, foi apresentada uma proposta de emenda constitucional para reestruturar os Tribunais de Contas, acabando com a vitaliciedade dos cargos e instaurando um órgão para controle externo dessas cortes. O projeto não caminhou, mas expressava a desconfiança de que a corrupção nos TCEs não era um fato isolado – havia denúncias contra conselheiros dos tribunais de ao menos 12 Estados. As acusações tinham quase sempre o mesmo teor: cobravam-se propinas para não dificultar a vida das empreiteiras contratadas pelo Estado.

Dez anos depois, a situação não parece ter mudado. Recentemente, dois funcionários de alto escalão da Andrade Gutierrez disseram à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira pagava propina para pelo menos um conselheiro do Tribunal de Contas de São Paulo, com o objetivo de ter aprovados seus contratos referentes a diversas obras, como as do metrô.

Mas nada supera, em dimensão e desfaçatez, o que aconteceu no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Em razão do rematado absurdo, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil correu a dizer que apoia a ação da Justiça contra os conselheiros daquele tribunal e defendeu “a melhoria dos instrumentos de controle do sistema”. O primeiro passo para isso é entender que, ao contrário do ditado popular, não é a ocasião que faz o ladrão – como diz o conselheiro Aires em Esaú e Jacó, de Machado de Assis, “a ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito”. O fundamental, portanto, é manter esses ladrões o mais longe possível dos potes de mel.

Opinião do Estadão -, publicada na sexta feira 31/03/2017

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Finalizando

“Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.”

Diogo Mainardi – é um escritor, produtor, roteirista de cinema e colunista brasileiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-01/04/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol (http://rockngol.com.br)

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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