Os 16 diretores do Palmeiras que não se corromperam no dia em que a maioria trocou a honra pelo dinheiro

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1.transitivo direto e pronominaltornar(-se) apodrecido ou estragado (falando de algo concreto); deteriorar(-se).“a ferrugem corrompe o ferro”
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2.transitivo direto e pronominalperverter(-se) moral ou fisicamente.“os hábitos desregrados corrompem os jovens”
Trinta e três conselheiros do Palmeiras, num universo de 228, votaram contra o estupro do Estatuto alviverde, que permitiu a posse de Leila Pereira, casada com o dono da CREFISA, mesmo impossibilitada, por conta de não possuir tempo necessário como associada, de concorrer à eleições.
A irregularidade, flagrante, se deu sob conhecimento de todos, sem que boa parte destes, com a coleira puxada por Mustafá Contursi, tivessem coragem de se opor.
Dentre os que honraram seus cargos, que tem entre as funções principais fazer valer as leis palestrinas, estão dezesseis diretores:
- Genaro Marino Neto (vice-presidente);
- Victor Fruges (vice-presidente);
- José Carlos Tomaselli (vice-presidente);
- Reginaldo Tripoli (assessorias especiais);
- Guilherme Pereira (jurídico);
- Alexandre Zanotta (jurídico);
- Ricardo Galassi (planejamento estratégico);
- Luiz Fronterotta (planejamento estratégico);
- Renato Alves (adjunto de recursos humanos);
- Marcelo Butenas (adjunto departamento sócio-desportivo);
- Domingos Ciarlariello (secretaria geral);
- Marcio D’Andrea (tesouraria);
- Augusto D’Alessio (arena);
- Mariano Barrela (acervo histórico e memória);
- José Antônio Rosário (interior) e
- Francisco Vituzzo (atendimentos internos).
Os outros. alguns por medo do “capo” palmeirense, outros pelos anseios de benesses sugeridas pelos patrocinadores, jogaram o nome do clube na mesma lama em que chafurdam a moral e a ética de boa parte do conselho palestrino.
