Dirigentes do Corinthians fazem “delação premiada” da Odebrecht para tentar escapar da degola

Nos últimos dias, sem o menor constrangimento, dois dos três últimos presidentes do Corinthians, Andres Sanches e Roberto “da Nova” Andrade, que, comprovadamente, em atos e assinaturas de contratos, trabalharam para facilitar a vida da Odebrecht nas obras do estádio, passaram a criticá-la.
Antes, timidamente, agora até por Nota Oficial.
A mudança de postura se dá pelas evidências demonstradas na “operação Lava-Jato”, as denúncias recentes da imprensa e o medo de impeachment que ronda o Parque São Jorge.
Uma espécie de “delação premiada” informal, valida apenas para salvar algumas cabeças dentro do clube, mas que, para alguns, como no caso do vice-presidente André Negão, em vias de ser encarcerado, pode servir de prévia para procedimentos semelhantes em depoimentos futuros ao implacável juiz Sergio Moro.
