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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não é preciso mostrar beleza aos cegos, nem dizer verdade aos surdos. Basta não mentir pra quem te escuta, nem decepcionar os olhos de quem te vê! As palavras nos conquistam temporariamente, mas as atitudes nos ganham ou nos perde para sempre…”

Citação de Fernando Gonzales

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Facebook: Pedido aceito

fantasma

Tempos passados, através minha página no Facebook, recebi e aceitei solicitação de amizade provinda do provável árbitro com a seguinte apresentação: Antonio Carlos – Estudou Atletismo na instituição de ensino Educação física – Frequentou Ensino superior incompleto

Perguntas

Após o aceite, por algumas ocasiões, tanto em minha página, quanto no comentário do mesmo, em outras, fui instado a dar opiniões. Apesar da pouca cancha e exercitação (somente o arroz com feijão) com a internet, dias destes, abri minha página no Facebook, cliquei no espaço: Procurar pessoas, citando o referido

Duvida

Não sei por qual motivo a foto postada pelo do solicitante é apresentada enublada, este fator chamou minha atenção, vez que, não entendi o pretexto de não revelar sua face, assim como, sobre sua possível e verdadeira ocupação

Ação

Tendo por finalidade a tentativa de encontrar alguém que viesse a esclarecer sobre o nome e vida do “árbitro” Antonio Carlos, conversei com pessoas envolvidas no ambiente da arbitragem do futebol, que, sem vacilar, responderam: O personagem não existe, vislumbra-se, que foi cunhado por ex-árbitro, que, na prática, durante sua trajetória, na maioria das vezes, fofocava de um pra outro e bajulava dirigentes; que, mesmo afastado, continua na batidinha das intrigas

Confuso

Com informações obtidas, cliquei em minha memória com o intento de visualizar antigos colegas de comportamento análogo; alguns se sobressaíram

Asco

Ao possível criador informo que tenho total repugnância de quem faz uso de saídas fantasmagóricas; quem assim atua, é por mim avaliado: Covarde.

Permanência

Por nada ter temido ou temer, afirmo que não apagarei nenhum dos nomes catalogados em minha página do Facebook

Remato

Como sempre! Estou à disposição, desde que, pessoalmente para esclarecer meus conceitos sobre os imundos bastidores do futebol

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Intolerável

Nunca admiti e não admito a maléfica omissão de representantes dos diversos graus da magistratura, assim como do MP, que sejam associados e membros da diretoria da CBF, federações e clubes, quando das falcatruas cometidas por maioria dos dirigentes

Lava Jato

Por estas e outras, sou adepto que a parte descente dos diversos escalões do judiciário, igualmente do MP, realize a cobiçada Operação Lava Jato na direção das entidades esportivas, em especial, do futebol

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22ª Segunda Rodada da Série A do Brasileirão- 2016

Sábado 27/08

Ponte Preta 2 x 0 Corinthians

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA-SP)

Item Técnico

Sem problemas. Quando exigido, foi bem

Item Disciplinar

Advertiu e corretamente em momentos distintos: 02 defensores da Ponte Preta e 01 do Corinthians

Fluminense 0 x 2 Palmeiras

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro ( FIFA-MG)

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

No total advertiu com cartão amarelo 12 contendores: 07 do Fluminense e 05 do Palmeiras; pra mim, número exagerado, vez que não é a quantidade que acarreta o respeito dos litigantes, este conceito, deve ser contraído por meio da atuação do principal representante das leis do jogo, sequencialmente, dos seus assistentes

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Politica

O desfecho do impeachment

1

Todo cidadão honesto deste país há de estar estupefato com o desfecho do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Malgrado o fato de que a petista finalmente teve seu mandato cassado, levando alívio ao País, tão maltratado pela incúria administrativa e pelo desleixo moral da agora ex-presidente e de seu partido, um punhado de notórios personagens da vida política – desses que não se consegue identificar bem na escala biológica, porque são ao mesmo tempo animais de pluma, couro e escama – aproveitou a deixa para urdir uma maracutaia digna de uma república bananeira. O objetivo, claro, foi beneficiar todos os políticos facínoras que a Justiça está por alcançar. Mas o resultado da trama, do qual essa chusma de irresponsáveis talvez nem tenha se dado conta, é que o governo de Michel Temer, do qual vários deles esperam fazer parte e colher seu quinhão, corre o risco de terminar antes mesmo de começar (ver o editorial Dá para olhar para a frente?).

Como toda maquinação, esta não ficou clara senão pouco a pouco, minuto a minuto, para assombro geral, em meio ao drama da votação que determinou o impeachment de Dilma no Senado. As coisas ficaram meridianamente claras quando a bancada do PT fez ao presidente da sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, um pedido de destaque por meio do qual pretendia que houvesse duas votações: uma sobre a perda do mandato e outra sobre a perda dos direitos políticos de Dilma. O argumento, mais um da inesgotável coleção de chicanas petistas, era que não havia vinculação entre a cassação e a inabilitação.

Tivesse o ministro Lewandowski um mínimo de familiaridade com o artigo 52 da Constituição, o pedido teria sido rejeitado sem maiores considerações. Esse artigo, que estabelece a competência do Senado para processar e julgar o presidente, diz em seu parágrafo único que a condenação, proferida por dois terços dos votos dos senadores, será limitada “à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis”. Salvo se o uso da preposição “com” ganhou significado oposto ao que manda a boa gramática, não é possível concluir outra coisa desse artigo senão que a inabilitação para o exercício de cargos públicos acompanha, necessariamente, a perda do cargo de presidente.

O fato é que aqueles que tramaram a cavilação estavam no seu dia de sorte. O ministro Lewandowski, não conhecendo o artigo 52, aceitou o destaque que fatiou a votação. E assim, com a inocente anuência do presidente do Supremo Tribunal Federal, a Constituição foi reescrita no joelho.

Adotada a escandalosa manobra, senadores revezaram-se em vexaminoso exercício de caradurismo para dar um mínimo de dignidade à esbórnia. A senadora Kátia Abreu, por exemplo, apelou à piedade dos colegas, ao dizer que Dilma, se ficasse inabilitada, teria de viver com uma aposentadoria de meros R$ 5 mil. Já o presidente do Senado, Renan Calheiros, cujas digitais estão por toda a parte nesse caso, brandindo um exemplar da Constituição, disse que “não podemos ser desumanos” com Dilma. O ministro Lewandowski, com ternura cristã, alertou os parlamentares que Dilma, se fosse inabilitada, não poderia ser “nem merendeira de escola”.

Assim, o impeachment de Dilma passou, mas seus direitos políticos foram preservados. A punição pela metade não garantirá a Dilma um emprego de merendeira, mas se presta a livrar plumas, couros e escamas de figuras graúdas do Congresso que estão enroladas na Justiça, algumas das quais com assento nas mesas que dirigiram os trabalhos desse processo e que deveriam estar conscientes de sua responsabilidade perante a Nação.

Trinta e nove senadores que garantiram os direitos políticos da ex-presidente comprovaram que o brasileiro não tem “complexo de vira-latas” por causa das vicissitudes do futebol, mas porque é reduzido a essa condição por políticos agrupados em matilhas.

Essa imoralidade abre precedente para uma catadupa de escândalos. O que aconteceu ontem não foi motivo apenas para que o PSDB e o DEM ameaçassem romper a coalizão com o governo Temer, comprometendo todo o esforço de recuperação nacional. Trata-se de um episódio que expõe a inesgotável capacidade da classe política nacional de trair a confiança dos brasileiros de bem.

Artigo publicado na pagina A3 do jornal Estadão na Quinta Feira 01/09/2016

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Conluio de ladrões

Ao deliberarem que Dilma Rousseff deve permanecer com seus direitos políticos, maioria dos senadores, a começar pelo presidente Renan Calheiros, citado na Operação Lava Jato junto a seus semelhantes da câmara federal, governadores de estado, membros do STF e por ai afora, visualizaram ter o mesmo presente após certeira condenação por terem metido a mão nos cofres públicos, diária e constantemente abarrotados com o dinheiro dos encorajantes impostos que pagamos

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Finalizando

“Um idealista é uma pessoa que ajuda os outros a prosperar”

Henry Ford – foi um empreendedor estadunidense, fundador da Ford Motor Company

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-03/09/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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