Jeito brasileiro de maltratar torcedores dá as caras nas Olimpíadas

torcida policia

Se na abertura dos Jogos Olímpicos o Brasil surpreendeu o mundo com uma festa inesquecível, à margem das expectativas, noutros aspectos os padrões habituais de incompetência permaneceram intactos.

Principalmente no que diz respeito ao trato com o torcedor.

No próprio evento inicial, longas filas foram formadas devido à falta de experiência de novatos, contratados à última hora, para realizarem o serviço de revista daqueles que adentrariam ao Maracanã.

No mais, os banheiros imundos, os preços abusivos, a truculência policial, a cerveja quente e os alimentos de má-qualidade apresentaram aos estrangeiros o tratamento que os brasileiros costumam receber por aqui.

Evidentemente, a televisão não registrará os problemas, preocupada em manter a imagem de evolução do país, mesmo que, em verdade, trate-se apenas de obra ficcional sob trilhas sonoras populistas.

“Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”, grita o torcedor maltratado, tentando iludir a si próprio com o mantra favorito da politicagem.

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