Palmeiras tem que dar nome de “organizados” à polícia. Treinador e jogadores foram vítimas

É inadmissível que membros da facção criminosas “Mancha Verde” e similares permaneçam impunes após invadir local de trabalho de atletas palmeirenses para ameaçá-los, em episódio tratado pela marginalidade como “conversa”.
Há quem esteja criticando Cuca e os jogadores por aceitar receber essa gente, mas, neste episódio todos são vítimas, temerosos que ficaram pela evidente falta de segurança.
Seriam culpados se tivessem, previamente, aceitado participar do “encontro”.
A diretoria do Palmeiras agiu de maneira correta, a princípio, emitindo nota de repúdio sobre o ocorrido, reiterando não se promiscuir com essa gente, mas não pode parar por ai.
Faz-se necessário investigação para saber quem facilitou a entrada dos marginais no campo de treino, e a consequente indicação nominal de cada integrante das “organizadas” para a devida punição judicial.
EM TEMPO: um dos marginais, dentre os 120 estimados que invadiram o treino do Palmeiras, foi o presidente da entidade, Nando Nigro. A prisão dele, absolutamente primordial, deve levar aos nomes dos demais envolvidos

