Fernando Capez imita Lula em entrevista para se defender de supostos desvios na merenda de São Paulo

“Eu não posso responder por pessoas adultas, não posso responder pelos meus assessores.”
“Jéter Rodrigues trabalhou no meu gabinete. Merivaldo [dos Santos] é funcionário da Assembleia. O que tem de periférico e, ao que parece, o que levou meu nome a esse caso, são pessoas que em algum momento estiveram comigo e eu não sei se usaram meu nome ou não”
“Não tenho ideia dos carros usados na campanha (…) Eu não pedi carro nenhum, mas não posso dizer se ele pegou ou não.”
“Não vejo como um parlamentar ou agente público poderia influenciar em procedimentos rotineiros da Educação.”
“Eu não tenho nenhum contato com o Moita.”
“Conheço o Padula de nome apenas, não tenho relação com ele e acho que é preciso cautela.”
“Não quero acreditar (em armação), não posso acreditar e prefiro não acreditar. Se houve, o que não acredito, que cada um responda perante Deus, porque terá sido uma tremenda maldade.”
“Acho que minha maior qualidade na política, que é a boa fé, que é acreditar nas pessoas, passou a ser meu maior defeito. Talvez eu tenha que rever um pouco esse conceito.”
(Trecho da entrevista de FERNANDO CAPEZ (PSDB) à FOLHA, tentando se defender das acusações de receber propina em desvios de recursos da merenda de São Paulo)
