Com Governo acuado pela PF, WTorre enfrenta caos financeiro e pedidos de falência

wtorre mesa

Os trabalhos da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que abriram os olhos da população para a corrupção ligada, principalmente, à Petrobrás, além de estarem destruindo o Governo do PT, estao ocasionando grandes estragos em suas parceiras, as construtoras.

Até nas de médio porte, exemplo claro da WTORRE.

Sem conseguir quitar suas dívidas, próximas dos R$ 10 bilhões, a empresa, chefiada por Walter Torre Junior, tem recorrido, agora que Antonio Palloci e Lula (seus benfeitores), estão arrumando as malas para a Papuda, a renovação de empréstimos e emissão de debentures, no intuíto de se manter ativa no mercado.

Mesmo assim, em 2015, em quase todos os meses, teve o dissabor de ter algum credor ingressando na Justiça com pedidos de falência.

Somente a Real Arenas Empreendimentos Imobiliários S/A, controlada pela WTORRE, criada com único intuíto de gerir o estádio do Palmeiras, após sucessivos calotes em fornecedores, teve que correr para conseguir dinheiro, envolta que foi em quatro ações deste gênero.

Em 04 de maio de 2015, por irrisória pendência de R$ 85.525,00, a Disbra Diesel Comércio de Derivados de Petróleo Ltda pediu a falência da Real Arenas (WTORRE), em ação nº1042590-44.2015.8.26.0100.

Depois foi a vez, em 13 de julho, da Empresa Tejofran de Saneamento e Serviços Ltda, conhecida por desvios de conduta em licitações, pelo valor de R$ 521.824,30, no processo nº 1068801-20.2015.8.26.0100.

Tivemos, ainda, em 24 de agosto, a R Cervellini Revestimentos Ltda, por R$ R$ 693.101,97, no procedimento nº 1086356-50.2015.8.26.0100 e a Avec Verre Design Produtos Especiais Ltda, em 03 de setembro, credora de R$ 435.799,45, na ação 1090925-94.2015.8.26.0100.

Sem contar as inúmeras cobranças, judiciais e extrajudiciais, que somam quantias preocupantes, doutras empresas que ainda tentam receber os valores sem a necessidade (mas estão próximas de fazê-lo), de acionar a 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais.

A WTORRE, com as próprias pernas (desamparada da bengala do PT), sem nunca antes ter construído ou gerido um estádio de futebol, percebeu que há de se ter muito mais do que bons relacionamentos para obter lucro num empreendimento de manutenção cara, e que sequer começou a ser pago pela empresa, que vem rolando, com enorme criatividade, a dívida dos empréstimos tomados para viabilizar a construção da Arena.

Vale lembrar que o contrato do Palmeiras com a construtora é de 30 anos, tendo como garantia bens do clube, inclusive imóveis, entre os quais, o próprio estádio.

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