Futebol Feminino do Corinthians está jogado nas mãos de quem não respeita mulheres

marcio gordo 2

Ao tomar conhecimento de que um dos “soldados” de Andres Sanches, de nome Marcio Heimowski, vulgo Marcio “seboso” (foto ao lado do ex-bicheiro André Negão), no cargo de Diretor Adjunto, infelicitará o Departamento de Futebol Feminino do Corinthians (parceiro do Audax Osasco), sob comando da diretora Cris Gambaré, comecei a ter pena das jogadoras.

Seboso é velho conhecido dos leitores deste blog.

Tempos atrás, sob o domínio de Sanches, assim que mandado partia para o alambrado do Pacaembu, quando este jornalista realizava cobertura esportiva, e, entre manisfetações que ofendiam, também, a lingua pátria, até cusparadas era capaz de desferir.

Não contente, em meio a diversas testemunhas, invadiu o setor da imprensa no saguão dos vestiários, e, covardemente, proferiu-nos um soco na nuca, por trás, para depois, auxiliado por policiais de práticas milicianas, que até os dias atuais cuidam da segurança do Corinthians, empreender fuga, em busca do “osso” prometido.

O caso está registrado, em BO, na delegacia próxima do estádio.

Poucas não foram, também, as vezes que o agora responsável por cuidar das mulheres alvinegras, em meio a torcedores organizados (entre os quais, para se ter noção do nível da gestão alvinegra, o atual diretor adjunto de futebol profissional, Eduardo Ferreira, o “Gaguinho”), proferiu gritos extremamente deselegantes, ofensivos ao extremo, contra garotas, acompanhadas ou não, frequentadoras de estádios de futebol.

É certo, pela clara impossibilidade de razoável raciocínio, que Seboso seja apenas peça figurativa no departamento (colocado no local como “pagamento” ao anos de servidão), mesmo assim, a simples convivência da repugnância com a delicadeza é absolutamente incompatível, podendo, em breve, gerar problemas graves ao clube.

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