Matheus Cassini e André Vinicius (filho do vice-presidente, André Negão)

cassiniandre vinicius

Apesar do desejo de permanecer no Parque São Jorge, o jovem Matheus Cassini (19 anos), revelação da base alvinegra (melhor jogador da Copa São Paulo), sucumbiu às pressões de seu intermediário, Fernando Garcia – irmão de Paulo Garcia, dono da KALUNGA – sócio do ex-presidente Andres Sanches (PT), aceitando transferência, por valor ínfimo, para o pequeno Palermo/ITA.

Trata-se, na verdade, de uma operação casada, desfavorável ao Corinthians, mas altamente lucrativa aos citados empresários.

Fala-se em R$ 3,5 milhões para o Timão, R$ 1,5 milhão à ART Sport (de Garcia), sem contar os 10% (R$ 500 mil), a título de comissonamento.

No final: R$ 3 milhões ao Corinthians e R$ 2 milhões nos cofres “vivaldinos”.

Porem, informações de bastidores dão conta de que o atleta alvinegro, já na próxima janela de transferência, estaria acertado com equipe inglesa, em acerto intermediado pelo iraniano Kia Joorabchian, por valores até dez vezes maiores do que os envolvidos (e divulgados), em ação semelhante à ocorrida no famoso “caso Marquinhos”.

O clube, durante todo o período de negociação, fingiu querer segurar o atleta, divulgando que propôs acordo de reajuste salarial que aumentariam os vencimentos de Cassini dos atuais R$ 8 mil mensais para R$ 15 mil.

Para esclarecer a “malandragem” basta observar, por exemplo, o contrato firmado com o zagueiro André Vinicius (que nunca se destacou nas equipes por onde passou – nem no Corinthians) que, por ser filho do vice-presidente André Negão, recebe R$ 40 mil mensais (desde 2014) e que, em 2012, já ganhava R$ 11 mil (mais do que Cassini recebe atualmente).

Ano passado, emprestado ao modesto União de Ilha da Madeira, da segunda divisão portuguesa, Vinicius passou a receber R$ 30 mil mensais do Timão (o dobro do aumento proposto ao recém negociado meia alvinegro), acrescidos de R$ 10 mil do clube lusitano.

Para fechar a matéria com “Chave de Ouro”, informamos que, na surdina, desde o dia 17 de abril de 2015, o filho de André Negão deixou Portugal, assinou contrato de empréstimo com o Bragantino (novo quintal de negócios dos empresários ligados a dirigentes do Corinthians), voltando a onerar os caixas do Timão, desde então, em R$ 40 mil mensais.

No último dia 08 de maio de 2015 (não se sabe as razões da demora), Vinicius ingressou (sem alarde) no BID da CBF, como jogador emprestado do Corinthians para a equipe de Bragança.

Vale lembrar que, daqui há pouco mais de um mês (em 31 de junho), o atleta, que tem contrato com o Timão até 31 de dezembro, estará livre para assinar com qualquer clube (sem que o Corinthians receba nada pelo negócio) ou renovar o vínculo no Parque São Jorge, por valores, segundo informações de bastidores, entre R$ 50 mil e R$ 70 mil.

Observando-se o caso de Matheus Cassini, traçando um paralelo com os procedimentos adotados para facilitar a vida de André Vinicius, filho do vice-presidente, nota-se que as categorias de base alvinegras servem apenas a interesses particulares, sem nenhuma preocupação em prover a equipe principal.

Quantos jogadores, inclusive destaques de Copa São Paulo anteriores (em prejuízo incalculável), foram abandonados por não se alinharem às pessoas que dão as cartas no Parque São Jorge ?

BID DA CBF COMPROVANDO INSCRIÇÃO DE ANDRÉ VINICIUS NO BRAGANTINO

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ACERTO SALARIAL (COMPROVADO POR DOCUMENTO OFICIAL DA CBF) DE R$ 40 MIL MENSAIS ENTRE ANDRÉ VINICIUS E CORINTHIANS (VÁLIDO ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2015

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EM TEMPO: mesmo trabalhando no Corinthians (com altíssimo salário), o Dr. Joaquim Grava (parceiro de André Negão na cara reforma do CT do Corinthians, na Ayrton Senna, foi empossado Diretor Médico do Bragantino, com direito a novos vencimentos, também bancados pelos caixas do Parque São Jorge.

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