Os espiões de Aidar
Após a comprovação de que Carlos Miguel Aidar utilizou-se de um de seus diretores, o adjunto de futebol, Gustavo Francez, para resolver problema particular em pleno horário de expediente Tricolor, a oposição do clube ficou estarrecida.
Dois são os motivos.
O primeiro é que o tio de Gustavo, Itagiba Francez, frequenta as reuniões do grupo oposicionista, e, apesar de criticar a diretoria, vez por outra, na última hora, acaba votando em desconformidade com o que foi proposto no bate-papo.
“Passa a fazer sentido as contantes traições”, disse um dos ouvidos pelo blog.
Por fim, ninguém sabia que Gustavo Francez, além de advogar para o São Paulo (cobrando) ocupava também uma diretoria no departamento de futebol:
“É de impressionar… custo a acreditar que seja verdade…”, finalizou um ex-dirigente do clube.
Fato é que a próxima reunião de opositores terá como pauta uma espécie lavagem de roupa suja, em que os assuntos relatados serão discutidos, com as pessoas suspeitas de espionar para Aidar, confrontadas.

