Aidar e a facção criminosa Independente: o São Paulo não merece tanta vergonha

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O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, atendeu, durante entrevista, o telefonema do chefe da facção criminosa “Independente”, aparentemente em ação combinada, para mostrar a todos que bancará 50 ônibus aos marginais.

“(..) Negão, falar rápido com você (sic)… vamos dar os ônibus pra vocês, viu ? (…) assim que tiver o custo disso vocês me avisam… são 50 ônibus, ta bom, né?”.

Além do fato de gastar dinheiro do Tricolor, não do dirigente, para privilegiar um grupo de pessoas que não contribui com o clube, como o fazem sócios-torcedores e associados, por exemplo, o presidente do São Paulo explicitou a vergonhosa promiscuidade que possui com esse tipo de gente.

Talvez porque exista entre os bajuladores aqueles que aprovam (porque se beneficiam), por exemplo, o repasse de mais de 60 ingressos a um puxa-saco da gestão, dando a este o poder de decidir quem vai ou não ao jogo, em favorecimento, mais uma vez, de pequeno grupo sobre outros que jamais terão acesso a tal mimo.

No Brasil, o errado está certo se favorecer a que precisa se dar bem, e o certo está errado se não for portador de vantagens a quem possui moral complacente.

Voltando ao episódio principal, enquanto o associado do São Paulo e o Sócio-Torcedor precisam lutar para ter direito a ingressos, um marginal, chefe de gang organizada, liga para o telefone direto do Presidente do São Paulo, e, além de entradas leva gratuitamente o transporte.

O Tricolor já foi melhor e não merece passar por tanto constrangimento, nas mãos de um presidente que acha normal pagar comissão à 1/2 namorada, e trata o ato de conversar com bandidos como se fosse ação glorificante.

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