De João Havelange para Nilton Santos, o Engenhão respira novos ares
Construído a toque de caixa, com suspeitas de superfaturamento, além doutras irregularidades, o estádio do Engenhão nunca decolou, nem mesmo após a utilização para os Jogos Pan-Americanos.
Para piorar, deram-lhe o nome oficial de João Havelange, flagrado em investigações da Suiça, ao lado do genro, Ricardo Teixeira, como recebedor de propinas de diversas origens e finalidades.
Na boca do povo, além de Engenhão, passou a ser tratado como “propinão”, alcunha que, por razões óbvias, garante a rejeição.
Mas agora, em brilhante decisão, a diretoria do Botafogo decidiu fazer justiça não apenas a história do clube, mas também do futebol brasileiro.
O rebatizado estádio Nilton Santos ganha importância, imponência e a simpatia necessária para um recomeço, quiça com uma administração a altura da genialidade do homenageado.

