Candidato a presidente do Santos, o maçon Orlando Rollo teria ligações com o “consórcio” Comando Vermelho/PCC
Na última quinzena de novembro, Orlando Rollo, que é policial civil, foi retocar a tatuagem num desses buracos localizados na periferia de Santos.
Desconfiados, traficantes locais cercaram o salão.
Rollo escapou do atentado, segundo testemunhas, após a comprovação de que estaria a serviço do Comando Vermelho, facção criminosa carioca que possui acordo de convivência com o PCC, de São Paulo.
Porém, mesmo assim, se viu obrigado a entregar a arma para os meliantes.
O caso virou inquerito na corregedoria da Polícia, mas foi abafado na mídia por ação da maçonaria, da qual Rollo é um dos integrantes.
Não é a primeira vez que o candidato se vê próximo da criminalidade.
Rollo foi dirigente da “Torcida Jovem”, e é ainda tratado como líder na facção, e é ligado a outras, como a Sangue Jovem”, que teve, recentemente, o novo mandatário, Luciano Diesner preso em flagrante por narcotráfico.
À ocasião, o delegado Carlos Alberto da Cunha, declarou:
“O Luciano pegava uma quantidade boa de entorpecente com o Peterson e repassava esses entorpecentes para pessoas e integrantes da torcida”.
“Muitas necessidades de material da torcida, o traficante que supria. Era uma relação promíscua entre o crime organizado, a liderança da torcida e o traficante Peterson”.
Nas fotos abaixo é fácil notar a proximidade e “postura” de Orlando Rollo em meio ao membros da facção criminosa “Sangue Jovem”.
Mas nem só da ralé Orlando Rollo se serviu para, digamos, conquistar seus objetivos.
Por intermédio da maçonaria, o dirigente, de “currículo” a toda prova, foi alçado ao cargo de vice-presidente da FPF, trocando os “manos” pelos sutis de casaca.
Supostamente CV/PCC, mas certamente FPF/CBF, Orlando e seus “rollos” precisam ser evitados no SFC, antes que um dos clubes mais famosos de planeta – se não o mais famoso – troque as páginas esportivas pelas policiais, amplamente frequentadas pelos “companheiros” do dirigente.




