Mario Gobbi insinua que grupo de Andres Sanches é formado por bandidos
O presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, no crepúsculo de seu mandato, não poupou criticas e acusações – algumas pesadas – ao grupo de Andres Sanches, em entrevista à ESPN BRASIL.
Ao ser questionado por Zé Elias sobre as dificuldades enfrentadas em seu período de gestão, respondeu:
“O que dificultou… o que dificulta muito no Corinthians, é o fogo amigo.
Isso tem em todo lugar… não tem como aqui… na intensidade que tem aqui dentro do Corinthians.
O fogo amigo aqui é muito pesado, é muito forte, é muito baixo…
É um nível bem baixo mesmo…”
Porém, nada do que disse foi mais sugestivo do que a metáfora utilizada para definir o comportamento daqueles que antes eram aliados, e agora são desafetos:
“Mas eu sou um policial… eu convivo com “isso” no cotidiano da minha vida…
No final sobrou até para o diretor de finanças, Raul Corrêa da Silva, criticado subliminarmente, numa das falas:
“A maior dificuldade que eu tive foi administrar o centro nervoso… as vaidades… o ciume… a inveja… e as finanças.”
Há tempo ainda para Gobbi, que acaba de confessar, implicitamente, o convívio com bandidos em sua gestão, evitar a prevaricação e, se não prendê-los, denunciar os desvios de conduta a quem, eventualmente, tenha coragem de fazê-lo.

