Wagner Ribeiro – esse é o nível de gente que tem o futebol brasileiro nos bolsos

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Em linhas lamentáveis, proferidas pelas mídias sociais, o empresário Wagner Ribeiro demonstrou bem o nível não apenas de sua conduta natural, mas também de boa parte daqueles que, em sua profissão, infelicitam há tempos o futebol brasileiro.

Na grande maioria, marginais, semi-analfabetos, incultos e sem o menor escrúpulo moral e social.

Ribeiro, como todo brasileiro, teria absoluto direito de criticar, até duramente, o trabalho do treinador da Seleção Brasileira, Luis Felipe Scolari, mas, ao trata-lo como “velho babaca” e “asqueroso”, além da evidente falta de educação, mostrou bem sua verdadeira face.

Que nada tem a ver com a que costuma aparecer nas redes de tv, em entrevistas “negociadas” com jornalistas recebedores de “presentes”.

Asquerosa, de fato, é a promiscua relação entre dirigentes de clubes e empresários, em que todos preenchem os bolsos com dinheiro que deveria entrar nos cofres das agremiações, quase sempre transacionando atletas que beiram a mediocridade, em detrimento dos que jogam futebol, mas não possuem dinheiro, nem padrinho, para entrar nos esquemas.

Pais de jogadores precisam, antes de pensar em promover os filhos a qualquer custo, ou origem de dinheiro, observar o tipo de gente que colocarão para viver ao lado de seus rebentos, servindo de exemplo para distorções de comportamento difíceis de serem reequilibradas, posteriormente.

Lulinha é um exemplo do que Ribeiro pode fazer para se promover, mesmo que a custa da carreira de um jovem que era sim promissor, mas foi levado a derrocada apos sequencias de mentiras levadas à imprensa, e negociações irreais, que acabaram por minar qualquer chance de sucesso do atleta.

Lucas – certamente o motivo do destempero de Ribeiro, que perdeu dinheiro com a sua não convocação – tem tudo para ser a próxima vítima, embora já tenha nome e mercado suficiente para se afastar dessa gente, tocando, ao lado de familiares ou amigos, o restante de sua jornada no futebol.

Enquanto o futebol brasileiro estiver nos bolsos de gente com esse nível, novos vexames serão inevitáveis, assim como o desprazer de ver imbecis, iletrados, terem espaço, quase sempre publicitários, em programas de esporte, para destilar suas sandices.

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