Candidato a presidência do Corinthians, chamado de “ladrão” por empresário, entre a cruz e a espada
Recentemente, o ex-diretor de futebol do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, passou pelo constrangimento de ser abordado, aos berros, no “Fielzão”, por um empresário de jogadores, e ser chamado de “ladrão”, sem demonstrar a mínima reação.
Apontando para o bolso o agente ameaçava: “cala a boca, senão eu provo !”.
O embate, testemunhado por muitos, inclusive conselheiros relevantes do Corinthians, colocou “da Nova”, que se autoproclama candidato a presidência do clube, entre a cruz e a espada, no Parque São Jorge.
Há quem o pressione para que processe o empresário, acreditando que o silêncio funcionará como confissão de culpa de possível desvio de conduta.
Porém, gente próxima do candidato, conhecedora de seus hábitos, sabem bem qual é a verdade, razão pela qual orientam-no a procurar o agente, aparar arestas, evitando que possíveis revelações, que colocariam por terra qualquer aspiração eleitoral, seja exposta publicamente nos meses que estão por vir.

