Se eleito Deputado Federal, Andres Sanches terá que abrir mão de cargos no Corinthians
O ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, enfrenta um dilema em seu desejo de formalizar a candidatura a Deputado Federal, pelo PT:
Escolher entre a vida pública, em Brasília, ou permanecer como Diretor do “Fielzão”.
Os dois ?
Quase impossível, a não ser que o cartola não se importe em comprometer as finanças do clube, no início de 2015.
Toda essa complicação teve início após a inserção de um “estranho” aditivo no contrato de intermediação entre Corinthians e CAIXA, com a finalidade de viabilizar o empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES.
Se antes existia apenas a indicação do prazo para que o clube quitasse a pendência, de até 161 parcelas, findando em novembro de 2028, agora, há uma clausula dizendo que se um dos diretores do estádio for eleito Deputado Federal ou Senador, o clube terá que pagar todas as suas dívidas (com CAIXA E BNDES), independentemente de notificação judicial, até janeiro de 2015.
Evidentemente, inviável.
Uma clausula cirúrgica, inserida em janeiro de 2014, período em que Sanches iniciou sua pré-campanha, e que pode ocasionar problemas a todos os lados, seja qual for a decisão a ser tomada pelo ex-presidente.

