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Dilma e a Petrobrás

luladilma

Durante a semana, estourou escândalo envolvendo operações suspeitas da presidente Dilma Rousseff no período em que era dirigente da Petrobrás.

O prejuízo ocasionado é impressionante.

Mas não foi o primeiro.

Antes dele, houve a fraude, denunciada à época, na licitação do primeiro Dique Seco no Brasil, que ocasionou R$ 500 milhões em prejuízo para o Brasil.

Dilma Rousseff foi a principal articulista para beneficiar a incorporadora WTORRE, e a si própria, no negócio.

A licitação foi absolutamente direcionada, com exigência de equipamentos que nunca precisariam ser utilizados – e não foram – no empreendimento.

Com a proposta vencedora, a da “Estaleiro Rio Grande”, aceitando receber R$ 222 milhões, valores bem abaixo da realidade e do custo mínimo exigido para a obra, mas bem acima do porte da empresa.

As concorrentes desconfiaram, e, após investigarem, descobriram que os vencedores eram “laranjas” da WTORRE, que, oficialmente, não poderia participar.

O Edital de Convocação só permitia que “construtoras” concorressem, não “incorporadoras”.

Com transito fácil no PT, Walter Torre teria se acertado com Dilma, e, logo após o anuncio da vencedora, a WTorre comprou as ações da “Estaleiro Rio Grande”, tornando-se acionista majoritário, conseqüentemente, responsável pela obra.

Dilma levou a construção para a cidade de Rio Grande, que foi executada em terras pertencentes a seus familiares, todos recebendo, evidentemente, compensações financeiras pela desapropriação.

Durante a obra, um “estranho” acidente aconteceu, e tudo precisou ser refeito.

E o orçamento inicial de R$ 222 milhões mais que dobrou de valor, ultrapassando R$ 500 milhões.

A desculpa, à época, era de que por se tratar de uma obra pioneira no país, estava sujeita a “equívocos”, quando a verdade simples era que a WTORRE não possuía conhecimento suficiente para realizá-la.

Ou seja, além da facilitação, o prejuízo aos cofres públicos foi gigantesco.

Para evitar que a fumaça se expandisse, na sequencia, as empresas que perderam a licitação, entre elas a gigante Camargo Corrêa, tiveram a indignação amenizada com o direcionamento doutras obras governamentais, numa pizza suculenta, servida e paga pelo povo brasileiro.

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