A notinha que o empresário Reinaldo Pitta plantou, hoje, no Painel da FOLHA, dizendo que seu agenciado, Emerson (Marcio) Sheik, tem propostas da Arábia, mas não aceita por estar feliz no Corinthians é digna de risos.
Engana apenas quem não é bem informado.
Sheik era Márcio (seu verdadeiro nome) quando atuava naquela região.
Teve que sair corrido após quase eliminar o Catar das eliminatórias do Mundial da FIFA, quando jogou na referida seleção portando documentos falsos, mesmo tendo atuado na base da Seleção Brasileira.
Por aqui, então, os problemas são maiores.
O jogador cumpre pena em liberdade por falsidade ideológica e ainda tem processo, em grau de recurso, que pode colocá-lo na cadeia por formação de quadrilha, contrabando, etc.
Atualmente, todas as suas viagens tem que ser justificadas e autorizadas pelo judiciário, sendo impossível que receba aval para morar e trabalhar no exterior, sem estar vinculado profissionalmente no Brasil.
Vale lembrar que Sheik e Pitta, o empresário que inventou a informação, dividiram a mesma cela quando o jogador foi preso, no aeroporto, em São Paulo, exatamente pela posse de documentos falsificados.
