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Exemplo a seguir: Cruzeiro proíbe “organizadas” de utilizar símbolo do clube

Cruzeiro tri

Na última reunião do Conselho Deliberativo, por iniciativa louvável do presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, as facções criminosas “organizadas” formada por marginais que se dizem torcedores, estão proibidas de utilizar o símbolo do clube.

Um exemplo a ser seguido.

Enquanto grande parte das agremiações do país sustentam esses grupos, seja por medo ou razões políticas, o Cruzeiro dá um grande passo para dificultar a arrecadação dessa gente, e, por consequencia, levá-las à extinção.

Falta agora, apenas, vender ingressos numerados, apenas pela internet, sem separação de torcidas, para que a pá de cal seja sacramentada.

O Mineirão voltará a ser habitável sem as deformidades intelectuais e morais presentes em “Máfia Azul”, Máfia Orelhuda”, Máfia da Covardia”, “máfia do raio que o parta”, etc.

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10 comentários sobre “Exemplo a seguir: Cruzeiro proíbe “organizadas” de utilizar símbolo do clube

  1. Demagogia pra esconder incompetencia.
    Diga-me como essa tal “diretoria” pretende fazer cumprir esse absurdo?
    Independentemente de usar os simbolos do clube e enquanto existir, esses caras estarao ligados ao Cruzeiro.
    Nao quero aqui defender torcida organizada, longe disso.

    Oque falta e brio, vergonha na cara para fazer cumprir a lei.
    Faca como a justica inglesa no caso dos hooligans, punicao pesada para os bandidos, sem do nem corporativismo.

    Que tal responsabilizar criminalmente os diretores das torcidas pelas “obras” dos seus componentes?
    Se assim fizerem, tenho certeza de duas coisas:
    1 – torcida nao sera tao “organizada” assim.
    2 – nao mais existira torcida “organizada”.

  2. Pra acabar com esses marginais,o policiamento nos dias de jogos,não deveria nunca partir para o confronto. Teria que partir para prender. 3 ou 4 borrachadas não educa ninguém.
    O foda é que nossas leis também não…
    Porque não se cria uma lei pesada e específica para esses casos de torcida?
    Essa desgraça só não acaba por que nossos governantes não querem.
    E não vai adiantar nada o Cruzeiro fazer esse tipo de proibição.

  3. Paulinho, esse poder a diretoria do Cruzeiro não tem, felizmente.
    O ideal seria a diretoria parar de bancar essas torcidas, isso a diretoria pode fazer, mas não tem coragem…

  4. esses dias tive que ouvir o Paulo Odone, que deu mais de R$1 mi para a geral do gremio(uma das mais problematicas do país) dizer que acha que o “Alemão”(dono/presidente/sei lá o que) da geral tem razão quando fala que não pode se responsabilizar pelo que a geral faz… e na torcida do inter, já ouvi gente ligada a popular dizendo que o “Hierro”(procure saber que é) esta voltando… lamentável.

  5. É um bom começo, que assim continue, quem sabe TODOS os clubes comecem a ser administrados com se fossem empresas.

    Este passo é fundamental para mudar o foco e a forma de pensar em mudar as administrações!!

  6. Para os pouco informados, esta diretoria do Cruzeiro, capitaneada pelo presidente Gilvan de Pinho Tavares, já recebeu ameaças de morte pelo simples fato de, no começo do mandato, parar de dar ingressos gratuitos aos bandidos, antes usados como massa de manobra política pelo “santo” Zezé Perrela a bel prazer de sua própria carreira política pessoal e da eleição de seu filho, Gustavo Perrela.
    A marca CRUZEIRO tem valor de mercado no mundo inteiro, porque as “organizadas” a podem usar sem custo?
    Parabéns Cruzeiro! Parabéns Gilvan! O único presidente de um clube brasileiro a “peitar” estes imbecis.

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