A ex-presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, vem sendo investigada, há tempos, por suspeita de desvios milionários no Flamengo.
Comprovou-se, na última semana, o desfalque de, pelo menos, R$ 1,6 milhão, sem justificativa.
Ou pior, justificados, em parte (cerca de R$ 45 mil), com Notas Fiscais datadas de 1994.
O Flamengo não tem o que pensar, e sim, deve agir, com rapidez.
Expulsar Patrícia Amorim do clube, com o vem sendo proposto por alguns conselheiros, é o mínimo que se pode exigir, até para servir de exemplo a outros dirigentes que tenham objetivo de saquear os cofres flamenguistas.
Mas ainda é muito pouco.
Amorim tem que ser denunciada à polícia – junto de seus cúmplices – como autora de crime, para que seja julgada e, possivelmente, condenada, como ocorreu com o ex-presidente do Corinthians, Alberto Dualib, e alguns de seus dirigentes, também pelo hábito de utilizar notas “frias” no Parque São Jorge.