Treinador sub-20 da CBF tem problemas com jogadores clássicos, mas não com os que pagam para jogar
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Recentemente, o treinador da Seleção Sub-20 do Brasil, Alexandre Gallo, declarou que não há lugar para jogadores clássicos no futebol atual.
Deve preferir atletas com seu estilo “peculiar” de jogar, ou seja, gente que maltrata a bola e também canelas alheias.
Mas, pior do que isso são as denúncias de seu estilo “luxemburguiano” de trabalhar na profissão.
Recentemente o lateral Lucio, ex-Palmeiras, então treinado por Gallo no Náutico, deu declarações claras sobre os tristes episódios que ocorriam nos bastidores da equipe pernambucana.
“Gallo sofreu um impacto. Experiente, nem coloquei a roupa de treino, demonstrando que estava pronto para ser afastado se a decisão dos jogadores não prevalecesse. Fui o único sem uniforme. Olhei e falei: “você é empresário ou treinador? Porque não tem nada que ficar negociando jogador. Se mandar os três embora, eu sou o quarto a sair da academia“. Nesse momento, Patric, Araújo e Gideão ficaram do meu lado e soltaram: “se Lúcio sair, então também estamos fora“. Daí, o grupo todo ficou contra Gallo e isso foi muito forte para ele”, disse o lateral à imprensa pernambucana, explicando os motivos da revolta do grupo contra o treinador.
“Gallo começou a me escantear e eu devolvia na mesma moeda. Dou bom dia para amigos, com ele eu nem olhava na cara. Só quem está dentro dos Aflitos, do vestiário sabe o que acontece. Dinheiro do meu bolso só sai para a minha família. (…)para o bom entendedor, poucas palavras bastam.”
São denúncias graves, nada anônimas, e que demonstram que os hábitos do novo treinador da Seleção Brasileira o qualificam para trabalhar com subservientes como Bebeto e gente do passado e presente de um Del Nero e Marin.
A vítima, como de costume, será o torcedor brasileiro, que será obrigado a sofrer com a nova geração que está por vir, escolhida, provavelmente, pelo que pode pagar, e também pela dificuldade no trato com a bola.
