Arnaldo Tirone deve ganhar comissão se Riquelme for contratado pelo Palmeiras
Não é a toa que o ex-presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, pressionou os então candidatos, Paulo Nobre e Decio Perin, publicamente, pelo acerto com o jogador Riquelme.
Impossibilitado de fechar o acordo sem sofrer punição do COF, Tirone, segundo gente envolvida no negócio, deve levar uma boa bolada na transação.
Riquelme, a principio, pediu R$ 300 mil mensais, R$ 15 mil por partida disputada, mais a inclusão de uma clausula que o impossibilitaria de enfrentar seu time de coração, o Boca Juniors.
Em jogando seis partidas durante um mês, o atleta, no máximo, receberia R$ 390 mil mensais.
De maneira estranha, o negócio estaria sendo fechado por R$ 420 mil mensais, bem acima da pedida do argentino.
“É na diferença dos R$ 420 mil para os R$ 300 mil + participação por jogo, que os intermediários receberão seus percentuais, enquanto Tirone dividiria os 10% do empresário com outro dirigente palmeirense (que a fonte não identificou)”, disse gente próxima a um dos envolvidos na transação.
Razão pela qual o novo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, precisa apurar bem todas as tratativas entre as partes, se de fato tiver intenção de trazer o argentino para o Brasil.

