Somente “grupo” de Nesi Curi lucrou com Lulinha no Corinthians

O jogador Lulinha, 22 anos, tido como grande promessa das categorias de base do Corinthians, não renovará contrato com o clube.
Ou seja, após bancar toda a sua vida como amador, proporcionando-lhe salário de profissional antes mesmo de assinar o primeiro contrato, e arcando, nos últimos anos, com R$ 150 mil mensais para que o atleta atuasse noutras equipes, o Corinthians nada receberá em sua saída.
Demonstração absoluta de incompetência.
Porém, há um grupo no clube que não deixou de receber com todas as referidas transações.
Quando Lulinha era ainda juvenil, o empresário Wagner Ribeiro comprou “oficiosamente”, do então vice-presidente Nesi Curi, por R$ 300 mil, o direito de fazer o que bem entender com a vida do atleta.
Dinheiro este que nunca entrou nos caixas do clube.
Pelo acordo, 25 % de todo o montante arrecadado com o jogador no futebol (venda de direitos e salários, inclusive) seriam rateados entre os partícipes do “grupo” de Nesi.
Entre eles, o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanchez.
Com o contrato amarrado ao clube por 5 anos, vencidos agora, sob a irreal multa de R$ 108 milhões, conseguiram um bom período de rendimento com o atleta, à custa do caixa alvinegro, beneficiando ainda outros clubes que, certamente, lucraram também com seus aproveitadores.
