Papelão: Ronaldo vira garoto-propaganda de “elefante branco”
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“Logicamente, as equipes daqui deverão receber mais incentivos e patrocínios para voltar às séries B e A e, assim, fazer do estádio um palco competitivo para o futebol.”
Ronaldo Fenômeno, ao proferir as palavras acima, não tratava de expor nenhum centro promissor de futebol no país, mas de mascarar a irresponsabilidade de quem está construindo uma Arena para 46 mil pessoas no Amazonas.
Local em que a média de público nos estádios sequer chega a 1 mil pagantes por partida.
Em que o principal clube, o Nacional, luta para conseguir dinheiro e se deslocar na disputa da Série D do Brasileirão.
O ex-jogador, que estava acompanhado do semelhante Jerome Valcke, da FIFA, após se prestar ao triste papel, foi conhecer novas “Arenas” amazônicas, onde as “partidas” não precisam de iluminação e costumam ser bem mais disputadas.
