A PORTO SEGURO, uma das maiores seguradoras do Brasil, cometeu um ato de absoluta falta de respeito com um herói nacional.

Um homem, Brigadeiro das Forças Armadas brasileiras, que serviu na época da Segunda Guerra Mundial e foi responsável pela construção do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, foi enganado pela empresa.

Ao pedir aval para alugar um imóvel, o Brigadeiro foi informado de que deveria arcar com R$ 45,00 para que seu crédito fosse analisado.

Dias depois, ao retornar ao local, para tomar ciência do resultado da análise, recebeu a informação de que estava no “grupo de risco”, por ter idade superior a 80 anos.

Além de discriminatória, a informação demonstra uma atitude absolutamente sem caráter da seguradora.

Se eles sabiam que pessoas com mais de 80 anos teriam suas fichas reprovadas, por que motivo deixaram-no preencher o formulário e lhe cobraram a taxa de R$ 45,00 ?

Além disso, o Brigadeiro possui fontes de renda, entre elas sua aposentadoria, que garantiriam, com sobras, o pagamento do aval.

Estas seguradoras, a exemplo da PORTO SEGURO, pouco se importam com as necessidades de seus clientes.

O negócio é faturar e dificultar ao máximo o pagamento de sinistros.

Profundamente lamentável.

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