O preço da traição
Do blog do Juca
http://blogdojuca.blog.uol.com.br/
Geladeira e novidade
Andrés Sanchez ligou três vezes para Waldemar Pires.
Não foi atendido.
Ligou mais duas vezes para Luiz Paulo Rosemberg.
Que também não o atendeu.
Finalmente, ligou para Eduardo Rocha Azevedo.
Que agiu como os outros dois.
Daí, um aliado de Sanchez, Mário Gobbi, telefonou para Azevedo.
E ouviu dele que o apoio a quem traiu o acordo da candidatura única no Corinthians, de fato, acabou.
Ouviu mais.
Ouviu um pedido para que cesse a plantação de notas na imprensa como se Rosemberg e Azevedo ainda estivessem dispostos a trabalhar com Sanchez.
“Não quero ter de escrever para nenhum jornal com o desmentido”, avisou Azevedo.
Rosemberg e Azevedo fizeram o plano de saneamento financeiro do Corinthians e estavam dispostos a implantá-lo.
Não estão mais.
Mas a novidade é que Paulo Garcia, que seria o adversário de Sanchez, agora trabalha para Waldemar Pires aceite ser ele o candidato, coisa que deve ser decidida até sexta-feira com o apoio de outro eventual concorrente, Osmar Stábile.
Garcia e Stábile, no mínimo, mostram um desprendimento que Sanchez não foi capaz de ter.
