Seleção Brasileira – a punição

Não há entidade mais injustiçada ultimamente do que a Seleção Brasileira de futebol.


Equipe essa que nos brindou com inúmeros momentos de alegria por diversas gerações.


Desde a fantástica e inesquecível equipe de 1950, que é considerada até hoje um dos maiores times de futebol da história.


Temos ainda a Seleção de Pelé, Garrincha e vários craques, que fez o mundo curvar-se a seus pés, e difundiu o nome do Brasil como o “país do futebol”, nas inesquecíveis Copas de 1958,62 e 70.


Brilho que seria retomado na inesquecível Seleção de Telê Santana, que encantou o mundo na Copa de 1982, mas que um ano antes havia assombrado a Europa em uma excursão avassaladora em que todo o antigo continente tremeu e se extasiou ao presenciar o futebol daquela equipe fantástica.


Quantas alegrias nos proporcionou a Seleção Canarinho, mesmo quando se utilizava de camisetas azuis e por vezes brancas.


Tivemos também as conquistas de 1994, talvez a seleção que tenha encantado menos, e a de 2002, com Ronaldo Fenômeno no auge de sua forma.


Cada um desses momentos de alegria, tristeza e esperança foram recompensados com ingratidão.


Não do povo, que sempre amou a seleção, embora hoje não a reconheça mais como sua.


A Seleção Brasileira não merecia cair nas mãos de Ricardo Teixeira.


Ele que conseguiu o que parecia impossível, descaracterizar o princípio básico da equipe que sempre foi a de que os melhores jogadores deveriam ser convocados.


Hoje, qualquer jogadorzinho meia boca que tenha vinculo com empresário influente tem muito mais chances de ser convocado do que uma revelação do Campeonato Brasileiro.

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