Carpegiani e os bandidos organizados
O treinador Paulo Cesar Carpegiani vai ter um encontro hoje com representantes da Gaviôes da Fiel.
Realmente lamento que Carpegiani perca o seu tempo ouvindo representantes de uma entidade que nada acrescenta ao clube, pelo contrário, seus atos invariavelmente prejudicam o Corinthians.
Nem a função que teoricamente teriam que executar é feita de maneira correta. A Gaviões cobra quando lhe convém e é omissa quando as vantagens recebidas são maiores do que o amor pelo clube que obviamente é utilizado em benefício próprio, lembrando até a maneira de atuar de algumas igrejas que existem por aí.
A Gaviões da Fiel não passa de uma facção criminosa travestida de torcida organizada que manipula torcedores apaixonados em benefício do próprio bolso.
E o comentário serve para todas as torcidas organizadas do país que atuam da mesma maneira.
Torcedor organizado é aquele que vai com a família e os amigos torcer para o time de coração, vibra, emociona-se e, depois da partida, volta para casa feliz, com a alma lavada, por ter tido a oportunidade de demonstrar o seu amor ao clube que tanto gosta.
Não o bandido organizado que se encontra com o bando na sede da facção criminosa e fica premeditando uma maneira de machucar o torcedor adversário entre uma baforada de droga e um grito de guerra, sempre ofensivo, e quase nunca digno do clube que deveria representar.
O fim desses bandos é quase que obrigatório para que torcedores de bem troquem o pay-per-view pela emoção das arquibancadas.
