Os irresponsáveis que aproximaram o Corinthians de R$ 3 bilhões em dívidas

O novo balancete do Corinthians, com valores até novembro de 2025 — ou seja, ainda passível de piora — revela uma dívida de R$ 2,8 bilhões, dos quais R$ 661 milhões correspondem à Arena de Itaquera.

Quase R$ 3 bilhões.

Há ainda R$ 100 milhões a serem apurados, valores que vinham sendo cobrados até outro dia pelo Arena Fundo e que simplesmente desapareceram dos Informes Mensais de uma contabilidade que, há três anos, não apresenta balanço auditado.

Dinheiro que estava sob responsabilidade da criminosa REAG/PCC, com parte da quantia investida em fundos de “fachada” da própria administradora.

O prejuízo acumulado, segundo o balancete alvinegro, é de R$ 247,8 milhões — uma média de R$ 22,5 milhões por mês.

Números devastadores, fruto de gestões desastrosas, sucessivas, mantidas e ampliadas pelo grupo que atualmente ocupa o poder.

Numa primeira fase, sob a gestão de Augusto Melo; agora, nas mãos do ex-vice Osmar Stabile.

A estrutura permaneceu intacta.

Fabinho Soldado seguiu no departamento de futebol, sob supervisão do vice Armando Mendonça — alteração apenas formalizada em 2026; Rozallah Santoro continua nas finanças, com Emerson Piovesan assinando os documentos; e o Centrão mantém o controle dos principais cargos jurídicos.

Essa gente está destruindo o Corinthians.

Os irresponsáveis do passado seguem protegidos no presente, e a administração iniciada com o roubo da Vai de Bet foi mantida, com algumas baixas, até hoje.

Urge a intervenção judicial.

Também se impõem a investigação criminal e civil de todos os atos de gestão, desde 2007, que conduziram o Corinthians às portas da falência, enquanto dirigentes sem renda declarada tornaram-se milionários.

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