CBF facilita o assédio a jogadores de equipes menores

A partir de 2026, o limite de partidas que um atleta poderá disputar antes de mudar de clube dentro do Brasileirão passará de seis para doze.
Trata-se de uma facilitação explícita ao assédio.
Com apenas seis jogos, as equipes de maior poder aquisitivo ainda poderiam — sobretudo no início da temporada — ter dúvidas sobre o real potencial da “mercadoria” observada no clube menor, que, diante delas, não dispõe de qualquer mecanismo de defesa.
Com doze participações, porém, a avaliação torna-se muito mais precisa, reduzindo riscos e estimulando investidas.
Os clubes que lutam contra o rebaixamento, por exemplo, estarão sob risco ainda maior caso surja em seus elencos um atleta fora de série.
