Augusto e Stabile precisam responder pela dívida fiscal de quase R$ 600 milhões do Corinthians

No intervalo de apenas um ano, a dívida fiscal do Corinthians com a União saltou de R$ 181,7 milhões para expressivos R$ 580,1 milhões.
Um aumento de quase R$ 400 milhões.
Augusto Melo e Osmar Stabile, mais do que explicar, precisam responder por essa pendência.
O clube tem o direito de conhecer, com precisão, quais valores deixaram de ser honrados por cada cartola e quais as consequências desse inadimplemento.
A resposta da atual diretoria, insinuando que o calote será simplesmente “negociado” — se essa for mesmo a justificativa para o não pagamento — recoloca o Corinthians nas práticas amadoras que marcaram as últimas décadas.
Comportamento há anos sugerido pelo lamentável Raul Corrêa da Silva, ex-diretor de finanças de gestões recentes.
Enquanto não pagavam impostos, Melo e Stabile não deixavam os redutos de compra de votos de Parque São Jorge sem dinheiro, o que revela a prioridade vigente na cabeça dos dirigentes.
Renegociar impostos sem regularizar o pagamento corrente amplia a dívida — com juros e correções — e mascara a nova bola de neve que já se forma no horizonte.
