Verdades sobre a demissão do médico do Corinthians

Na gestão de Augusto Melo, única e exclusivamente por questões políticas — fruto de um acordo firmado entre Rubens Gomes, o “Rubão”, e a turma do Centrão — o médico André Jorge, sem experiência anterior, foi contratado para atuar no futebol profissional do clube.

Inconformado por ser subalterno da Dra. Ana Carolina Côrte, e atuando sempre nas sombras, teria trabalhado para provocar sua demissão — mesmo ciente dos rumores de assédio envolvendo a profissional, que teria como suposto autor o executivo Fabinho Soldado.

Missão concluída, Jorge assumiu a chefia do departamento médico.

Sua gestão, porém, foi um desastre, segundo fontes do futebol.

Haveria, inclusive, um caso grave que teria prejudicado um atleta — episódio supostamente abafado pela diretoria.

Apesar disso, ou talvez por isso, André Jorge saiu atirando.

Falou o óbvio: que Stabile não entende de futebol, mas, miseravelmente, protegeu Soldado e desrespeitou, ainda que de forma velada, o colega de profissão Ricardo Galotti.

Aparentemente, tentou esconder os próprios deslizes por meio de um discurso político, nitidamente voltado para as disputas internas do clube — possivelmente orientado por aliados que pretendem lançar candidato contra a reeleição do atual presidente.

A demissão escancara o embate entre Armando Mendonça e Fran Papaiordanou, confirmando matéria recente deste blog que revelou a perda de espaço do Centrão, prevista para a virada do ano.

Fran contratou Galotti e influenciou na saída de André Jorge.

Armando, contrariado, engoliu a seco.

O próximo passo, previsto para 2026, deverá ser a saída de Fabinho Soldado e a entrada de um diretor de futebol ligado a Paulo Garcia — provavelmente Flávio Adauto.

 

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