Coluna do Fiori

“A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas”

Johann Goethe:  foi um escritor, poeta e dramaturgo alemão

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Árbitros federados de todos os tempos

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O valor cobrado

Permitirá Farto Buffet de Saladas e Pratos Quentes

Ressaltando

Consumo de bebida não está incluído

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Continuação da Série A do Brasileirão 2025 – Sábado 11/10

Palmeiras 4 x 1 Juventude – Contenda referente da 12ª Rodada

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda (ES)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

Aos doze minutos da etapa inicial, palmeirense tendo posse da redonda passou para colega Felipe Anderson, no instante que ia domina-la, oponente Abner se antecipa e, legalmente, faz uso do bico da chuteira do pé direito, impedindo que o palmeirense a domine, causando leve encontro das pernas de um ao outro, com palmeirense caindo no gramado, bola saiu pela linda de fundo

Estando

De frente e olhares livre, não entendi o porquê Davi de Oliveira Lacerda apontou a marca da cal

VAR

Convocou, arbitro aceitando, foi até o monitor, viu, reviu, voltando ao campo com gestos que abolira o que nunca deveria ter feito

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Alviverde Paulista e 02 para Alviverdes Gaúcho

28ª Rodada da Série A do Brasileirão 2025 – Quarta Feira 15/10

Palmeiras 5 x 1 Red Bull Bragantino

Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)

VAR

Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)

Item Técnico

Aos trinta minutos da primeira fase marcador apontava 0x0, ataque da equipe bragantina, Juninho Capixaba cabeceou a bola na direção a pequena área alviverde, na descendente, seu consorte Guzman testou, bola bateu no braço direito bem aberto do alviverde Bruno Fuchs, segurada pelo goleiro Weverton, árbitro nada marcou, jogo seguiu

Na primeira oportunidade

Cumprindo o dever, VAR aconselhou que árbitro revesse o lance no monitor

Ali estando

Depois de ver e rever, Raphael Claus se convenceu ter sido pênalti, voltou pro campo apontando a marca da cal

Penalidade

Cobrada por Jhonatan, concluída no fundo da rede, abrindo o marcador 0x1

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para Alviverdes – 04 para Massas Bruta

Santos 3 x 1 Corinthians

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)

VAR

Wagner Reway (FIFA-SC)

Item Técnico

No sexto minuto da segunda etapa, pouco antes da cobrança do escanteio, lado do poste direito do goleiro, Breno Bidon defensor corintiano trocou empurrão com o oponente Zé Rafael

Do

Momento em que o escanteio foi batido, seguido do caminhar da redonda até seu descer, corintiano Breno Bidon puxou e segurou as pernas do oponente Zé Rafael, derrubando-o no gramado

Árbitro

Colocado no bico da meia lua, pouco fora da área grande, de frente para o episódio, tendo domínio visual bem livre, nada marcou e jogo seguiu até saída da bola

Dando ao VAR

A oportunidade de pedir que Flavio Rodrigues de Souza rever o incidido no monitor

Ali

Posicionado, passado pouco tempo, voltou ao campo, sinalizando a marca da cal, corrigindo sua falta de coragem por não ter agido imediatamente

Penalidade

Cobrada por Rollheiser, ampliando o marcador 3×0

Minutos

Após corintiano Raniele mandou a redonda pro fundo da rede santista, determinando o placar final

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Alvinegros Praiano – 05 para Alvinegros Paulistanos

Quinta Feira 16/10 – Grêmio 2 x 0 São Paulo

Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)

VAR

Rodrigo Nunes de Sá (FIFA-RJ)

Item Técnico

No sétimo minuto da segunda etapa, após receber e dominar a bola, gremista Edenilson entrando na grande área são-paulina, visivelmente, foi atropelado pelo oponente Arboleda

Chegado

Ao acontecido Davi de Oliveira Lacerda gesticulando com os dois braços asseverou que não foi penal, bola saiu do campo, com a mão do braço esquerdo, ele apontou tiro de meta, sendo contestado por Edenilson e consortes

VAR

Recomendou ida ao monitor e revisão do lance; depois de ver e rever, retroagiu, voltou pro campo com a contumaz cara de pau, sinalizando a marca da cal

Pênalti

Batido por Vinicius, bola no fundo da rede, determinando o placar final 2 x 0

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para Tricolores Gaúcho – 03 para Tricolores Paulistas

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Coluna em Vídeo

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos que representa.

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Política

O Brasil precisa mesmo de mais médicos?

                                               

Crescimento desordenado de escolas médicas levanta alerta sobre qualidade da formação e atendimento à população

Muito se fala sobre a necessidade de mais médicos no Brasil. Em um país de dimensões continentais, com desigualdade no acesso à saúde e regiões ainda carentes de assistência, essa pode parecer uma demanda óbvia. Mas será que o aumento desenfreado de profissionais garante, de fato, uma medicina de qualidade? A proliferação de cursos — muitos sem hospitais próprios, ambulatórios ou professores qualificados — levanta uma preocupação séria: estamos formando médicos prontos para atuar com segurança?

Segundo a nova edição da Demografia Médica no Brasil (2025), produzida pela Associação Médica Brasileira (AMB), em parceria com a Faculdade de Medicina da USP e o Ministério da Saúde, o País ultrapassou a marca de 450 escolas médicas. É o maior número do mundo. No entanto, esse crescimento veio desacompanhado de uma política consistente de estruturação do ensino, formação prática e supervisão técnica.

A abertura indiscriminada de cursos de Medicina, de Norte a Sul, muitas vezes sem hospitais-escola, ambulatórios ou docentes capacitados, representa uma ameaça à qualidade da formação médica. Estamos vendo crescer uma geração de profissionais que pode sair da universidade com deficiências graves de preparo — e ainda assim, com autorização legal para atender pacientes.

O cenário é ainda mais preocupante quando se considera que o curso de Medicina no Brasil é “terminativo”. Isso significa que, ao final da graduação, o médico pode registrar-se nos conselhos e começar a exercer a profissão sem qualquer formação complementar, como a residência médica.

Na prática, isso dá à população uma falsa sensação de segurança: mais médicos formados não significa, necessariamente, melhor atendimento. E tampouco garante diagnósticos corretos, tratamentos adequados ou condutas clínicas seguras.

É nesse contexto que ganha força o debate sobre a criação de um Exame Nacional de Proficiência em Medicina — proposta que tramita no Senado Federal e conta com o apoio da AMB e outras entidades médicas, que nas últimas semanas têm tido audiências públicas na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para debater o projeto de Lei 2.294/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).

Na prática, o texto altera a Lei 3.268, de 1957, que dispõe sobre os conselhos de medicina, para tornar obrigatória a aprovação no exame como requisito para o registro profissional de médicos.

A medida, semelhante ao exame da OAB para advogados, prevê uma avaliação obrigatória para recém-formados em Medicina, com o objetivo de garantir que esses profissionais tenham as competências mínimas exigidas para o exercício da profissão.

Segundo o projeto, o exame, de aplicação nacional, terá ao menos duas edições por ano e avaliará conhecimentos teóricos, éticos e habilidades clínicas. A proposta garante a privacidade dos resultados individuais, que seriam conhecidos apenas pelos Ministérios da Educação e da Saúde. Médicos já registrados e estudantes que ingressaram antes da vigência da lei estariam dispensados da prova.

A crítica mais frequente à proposta é sobre o que aconteceria com o estudante reprovado. Teria ele jogado anos e dinheiro fora?

A resposta é: não.

Assim como ocorre com advogados que não passam na OAB, o recém-formado em Medicina poderá buscar reforço de sua formação, seja em sua faculdade de origem, seja por conta própria, e tentar novamente. O que não se pode aceitar é um sistema que habilita automaticamente todo e qualquer diplomado, independentemente de sua real qualificação.

Essa é uma proposta que, longe de punir o aluno, visa proteger a sociedade. Se uma instituição tem taxas de reprovação elevadas entre seus egressos, isso é um sinal de que algo está errado com a formação oferecida. Caberá ao governo agir com responsabilidade, avaliando essas escolas e, se necessário, reavaliando sua autorização de funcionamento.

A residência médica também enfrenta desafios semelhantes. O número de vagas é insuficiente diante do número de egressos da graduação. E mesmo nos programas existentes, há lacunas de supervisão, estrutura e critérios de avaliação.

Esse cenário também preocupa. A AMB estuda, inclusive, implementar um cadastro atualizado de especialistas titulados pela entidade, com validação de critérios técnicos e acompanhamento da formação continuada. A população brasileira precisa — e merece — mais do que números: necessita de médicos bem formados, atualizados e preparados para exercer a Medicina com ética, empatia e competência.

A relação médico-paciente — essencial para um cuidado humanizado e eficaz —, há anos vem sendo fragilizada e só será resgatada com investimento na qualidade do ensino e com mecanismos que assegurem que cada novo profissional tenha, de fato e comprovadamente, adquirido as competências e habilidades fundamentais para bem cuidar de seus pacientes.

O conhecimento de um médico não pode ser presumido, tem que estar comprovado. Se o Brasil precisa de mais médicos, que sejam médicos bem formados. Porque saúde pública não se faz apenas com quantidade — se faz, também e sobretudo, com qualidade.

César Eduardo Fernandes: Médico ginecologista e obstetra, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) – Publicado no Estadão dia 16/10/2025 às 03h00

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“A medicina é um pilar fundamental da sociedade, representando a busca incessante pelo bem-estar e qualidade de vida de todos”

Site: Pensador

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SP-18/10/2025

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