Eliminatórias da Copa do Mundo comprovam irrelevância dos treinadores brasileiros

Nas dez seleções que disputam as eliminatórias sulamericanas da Copa do Mundo, oito treinadores são argentinos.
Sobram um italiano e um boliviano – no país local.
Nenhum brasileiro.
É a comprovação da irrelevância de nossos profissionais.
A maior entre as seleções importantes do planeta.
Para pensar.
O rodízio, explícito, sempre dos mesmos profissionais nas principais equipes de Séries A e B é indicador do protecionismo nivelado por baixo.
Raros são os cartolas que arriscam-se a contratar nomes fora do círculo protegido.
Trata-se de um sistema que contribui, além da incapacitação técnica dos profissionais – por ausência de concorrência e a certeza de estar empregado, após demissão, na semana seguinte – para a bolha salarial assustadora dos últimos anos.
