Corinthians: do que seria capaz um cartola que utiliza o filho para lavar dinheiro?

Ontem, repercutiram matérias de depósitos em espécie na conta de Augusto Melo, presidente afastado do Corinthians – que a polícia trata como reveladores de dissimulação de pagamentos de propinas; também relatório do COAF dando conta da má-utilização de cartões corporativos do clube.

Nada surpreendentes diante do que descobriu-se no inquérito da Vai de Bet.

Causa espécie, porém, o cartola utilizar o próprio sobrinho, a quem apresenta como filho, como operador de sua apontada ‘lavagem de dinheiro’.

Não é a primeira vez.

Antes das eleições do Corinthians, Augusto Melo seria indiciado por crime ambiental.

Para evitar, tornou o filho/sobrinho proprietário do CNPJ – até então em seu nome – investigado pela Justiça.

Kadu virou réu no lugar de Augusto.

Agora, poderá se ver na condição de cumplice de corrupção.

Do seria capaz o dirigente que coloca um ‘filho’ em situações de cometimentos de crimes?

É disso que se trata.

O presidente afastado do Corinthians, mais do que mitômano e, segundo a polícia, ladrão, possui o caráter ínfimo dos que se preocupam apenas em salvar a própria pele.

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