Neymar e Marcelo Teixeira humilham o Santos

Enquanto o Santos perdia para o Corinthians e se consolidava na zona de rebaixamento do Brasileirão, seu ‘craque’ maior, Neymar, divertia-se numa liga de futebol criada para satisfação do público de internet.
Seus rendimentos no Peixe, próximos de R$ 21 milhões mensais, englobam, além de CLT e Direitos de Imagem, percentuais de contratos de patrocínios firmados pelo clube.
Que Neymar não se importa com o Santos é público e notório desde que jogou a final de um Mundial de Clubes vendido ao adversário e embolsou, indevidamente, parte do dinheiro da transação ao Barcelona – sem que o Conselho alvinegro tivesse conhecimento.
O discurso de ‘amor’ é marketing em que somente os mais fanáticos ainda acreditam.
A grande afronta ao clube, porém, se dá pela conivência de Marcelo Teixeira ao episódio desmoralizante.
Cabia a ele, como presidente, exigir que Neymar, funcionário mais bem remunerado da agremiação, estivesse no estádio do Corinthians, não apenas para TRABALHAR, mas também cumprir os compromissos de exposição das marcas parceiras.
Teixeira, por razões diversas, não tem coragem de fazê-lo.
O Santos está abandonado e sendo esfolado, financeiramente, por aquele que deveria, milionário que está, comportar-se com mínimo de gratidão a quem lhe abriu as portas ao estrelato.
