Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“O que rouba a confiança dos homens é o maior dos ladrões”
Texto Judaico
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Com a persistente aquiescência do vice-presidente Ulisses Tavares da Silva Filho, diretores e conselheiros, incluindo os participantes da comissão ética, ex-árbitros associados ou não, árbitros federados e amadores de todo o estado,
Somada
A omissão da imprensa esportiva, José de Assis Aragão presidente do Safesp, condenado definitivamente por ter roubado o dinheiro público do município da Cidade de São Paulo
Na
Época que foi nomeado funcionário público temporário, exercendo atividades no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, popular Pacaembu.
Salvo erro
Consta nas páginas dos testemunhos, que, somado ao roubo no cofre público, José de Assis Aragão, apelidado por mim “ARADRÃO”, superfaturou os valores na compra do imóvel do Safesp, situada na Avenida Thomas Edison – Bairro da Barra Funda.
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Terceira e Quarta Rodadas da Série A do Brasileirão 2025 – Sábado 12/04
Palmeiras 2 x 0 Corinthians
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)
VAR
Wagner Reway (FIFA-ES)
Item Técnico
No 22º segundo minuto da etapa final, atacando pela direita bola ficou com o palmeirense Estevão, dominou e cruzou para a área, desceu, seu consorte na posição de impedimento, Vitor Roque cabeceou pro fundo da rede.
De
Pronto árbitro olhou pra assistente 01: Rafael da Silva Alves (FIFA-RS), ficando na dúvida
Rápido
VAR opinou ao árbitro rever no monitor, assim o fez
Chegando
Viu, reviu, voltou e corretamente, erguendo o braço, asseverou a irregularidade.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo:07 para alviverdes, incluso técnico Abel Ferreira e 05 para alvinegros
No todo
Raphael Rodrigo Klein e assistentes apresentaram trabalho normal
Vasco 3 x 1 Sport
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
VAR
Caio Max Augusto Vieira (GO)
Item Técnico
Com placar de 1×0, no 40º minuto da etapa bola desceu na área do Sport, vascaíno Vegetti tendo à frente defensor oponente, usou da mão direita e toque corporal para derrubar oponente e cabecear a redonda pro fundo da rede, assoprador apontando meio do campo.
Imediato
VAR solicitou a presença do Wilton para rever o lance no monitor; lá postado, viu, reviu voltou, corroborando a decisão inicial de gol legal
Observação
Acompanhei a transmissão, e concordo com o VAR,
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para cruzmaltinos e 03 para leões da ilha
Domingo 13/04 – Grêmio 0 x 2 Flamengo
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)
Item Técnico
Deveria ter sinalizado penalidade máxima cometida pelo flamenguista Gerson, no momento em que estava no interior de sua área, com as mãos para trás, quando de ataque gremista, assim que vê a bola se aproximar, tirou o braço direito das costas, abre, desviando a trajetória da redonda.
Ressalto
O comedimento do árbitro quando das advertências com cartão amarelo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para gremista e 02 a flamenguista
Quarta Rodada – Terça Feira 15/04 – Ceará 2 x 1 Vasco da Gama
Árbitro: Denis da Silva Ribeiro Serafim (AL)
VAR
Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)
Item Técnico
Disputa razoável, igualmente: o trabalho do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para defensores cearenses, incluso técnico Leonardo Rodrigues Conde. – 04 para defensores vascaínos
Quarta Feira 16/04 – Corinthians 0 x 2 Fluminense
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (FIFA-PE)
VAR
Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)
Item Técnico
Ataque vascaíno pelo lado esquerdo, bola dominada por Kevin Serna camisa 90, entrou na área, voltou, em cima da risca, seu pé esquerdo é pisado pelo pé direito do corintiano José Martinez e cai;
Árbitro
Bem próximo, de frente pro lance, campo visual livre, gesticula o braço esquerdo, indicando, segue o jogo, redonda sobrou para outro tricolor chutar pra linha de fundo.
Ligeiro
VAR, recomenda ao assoprador rever o lance no monitor; assim o fez
De
Frente para a tela, viu, reviu, voltou, dando razão ao VAR, voltou apontando a marca da cal
Penalidade
Batida por John Arias, fechando o placar: 0 x 2
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para alvinegros e 02 para tricolores das laranjeiras
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Coluna em Vídeo
Na próxima semana, a versão em vídeo da Coluna estará de volta
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Política
Anistia como farsa

A ideia não é pacificar, mas fazer valer a versão de que agredir a democracia não é ato grave
A anistia aos golpistas de variadas espécies é o tipo do assunto a respeito do qual é mais fácil falar do que realizar. Ainda assim, seus adeptos já foram além do aceitável: conseguiram pôr o tema em pauta e paralisar o Congresso em torno dele.
Brutalizados em 8 de janeiro de 2023, os três Poderes da República são agora instados a lidar com uma proposta de perdão dos crimes aos que propugnaram pelo fim do Estado de Direito em vigor no país há parcas quatro décadas.
Fala-se na produção de um acordo entre Executivo, Legislativo e Judiciário para se chegar a meios-termos entre condenações e impunidade.
Como se fossem admissíveis as seguintes situações: o Supremo Tribunal Federal fazer acertos sobre matéria que poderá julgar, o presidente aceitar a inocência de quem pretendeu impedi-lo de governar planejando até sua morte e o Congresso avalizar negociata dessa natureza.
Por mais desatinado que soe, chegamos a esse ponto em que agressores postulam perdão e os agredidos —a maioria residente no Parlamento— consideram a discussão de razoável a imprescindível.
A alegação-mestra é a de que a anistia promoveria a pacificação do Brasil. Nada mais falso. O que se pretende não é paz, e sim a reconstrução do relato histórico a fim de amenizar os fatos e fazer valer como farsa a versão de que o que houve não foi tão grave, mas apenas fruto de equívocos e pontuais excessos. Nada mais falso.
Caso o presidente da Câmara cometa a irresponsabilidade institucional de pautar o projeto, e com urgência, daí em diante nada será pacífico, a começar pela tramitação da proposta. Os defensores sinalizando oposição ao governo e este na resistência atraindo ao campo de batalha o Supremo.

No meio disso, a contrariedade da população —registrada em pesquisas—, cujas prioridades estão longe dessa anistia e muito perto da carestia, da insegurança e dos maus serviços públicos.
Uma coisa é certa: para os brasileiros a sorte dos golpistas vale menos que suas sobrevivências e o destino do país.
Dora Kramer – publicado no UOL do dia 17/04/2025 às 12h00
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“As pessoas podiam parar com o falso moralismo e expor quem realmente são, uma vez que falar é muito diferente de agir”
Euver Takashi – Pensador
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SP- 19/04/2025
