Os novos prejuízos de Memphis Depay ao Corinthians

Augusto Melo, Memphis Depay e Kadu Melo

Ontem, a diretoria do Corinthians formalizou a rescisão de Ramon Diaz, ‘demitido’, na noite anterior, pelo então subordinado Memphis Depay.

O ataque público ao treinador tornou insustentável a relação.

Próximo da diretoria – o holandês frequenta a noitada com o diretor financeiro -, o atleta venceu sua segunda queda de braço, relevante, em Parque São Jorge.

A primeira ocorreu com Rodrigo Garro, pela disputa da camisa dez.

Em ambos os casos, houve prejuízos ao clube.

O Corinthians terá que pagar R$ 8 milhões pela rescisão da comissão técnica.

No âmbito da convivência dos jogadores, grande parte está insatisfeita com os privilégios concedidos a quem, dentro de campo, corre menos do que a maioria e ameaça-os ao não ser tratado como prioridade de passe nas partidas.

A cada cinco participações em gols, Memphis embolsa R$ 1,5 milhão, sem contar enorme salário e diversas benesses, entre as quais embolsar os R$ 5 milhões da premiação do paulistinha.

O Corinthians virou refém de um jogador que, na Europa, sempre esteve na prateleira mediana.

Comportamento que sugere ao novo treinador a constrangedora situação de, para manter o emprego, precisar de submeter-se aos caprichos de quem deveria comandar.


EM TEMPO: Marcos Boccatto, do Água Santa, diretor de futebol informal do Corinthians, exerce, sabe-se lá por quais razões, a presidência do Sindicato dos Treinadores de São Paulo, que, até o momento, não defendeu Ramon Diaz do ataque de Memphis Depay, nem criticou a diretoria que aceitou demiti-lo por conta deles.

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