A unanimidade é covarde no Santos

Por unanimidade, apesar de claros desrespeitos ao Estatuto, as contas da gestão Marcelo Teixeira foram aprovadas no Conselho Deliberativo do Santos.
O endividamento de R$ 122,1 milhões e o déficit de R$ 105 milhões foram relativizados.
“Herança da Série B’ era a muleta.
Marcelo Teixeira tem histórico de contas ruins nas gestões em que infelicitou o Peixe.
A última delas, antes desta, foi reprovada pelo Conselho.
Eram outros tempos.
No Santos, a unanimidade não é burra; é covarde.

Me recordo até hoje dos 90 milhões que viraram pó, entre os anos de 2002 e 2004. Advinha de quem era a administração: Marcelo Teixeira.