Reação dos clubes brasileiros à CONMEBOL não pode esperar pela CBF

Após centenas de episódios de racismo não punidos, ou apenados de maneira irrelevante, pela CONMEBOL, Alejandro Domínguez, presidente da entidade, disse que a Copa Libertadores sem a participação de clubes brasileiros seria como o ‘Tarzan sem Chita’.
A teor ofensivo da fala é claro, e soa como tripudiar das reclamações.
Se da CONMEBOL, parceira do racismo, não se poderia esperar nada melhor, é dos atingidos pelo preconceito que urge mudança radical de postura.
É ótima, e plausível, a ideia da Presidente do Palmeiras de retirar as agremiações nacionais dos torneios sulamericanos e inscrevê-los na CONCACAF.
Haveria ganho técnico e financeiro.
Equipes americanas e mexicanas não perdem em nada para nossos rivais sulamenricanos e ainda possuem praças esportivas mais decentes.
A Libertadores cairia no ostracismo.
Morreria se os argentinos decidissem seguir pelo mesmo caminho.
Imaginem um campeonato disputado pelos melhores clubes de Brasil, Argentina, México e USA.
É hora de sair do sonho e partir para a prática.
Com as agremiações tomando a frente, sem a participação da CBF, que é alinhada, nos bastidores, com os racistas que tratam seus filiados como ‘Chita’.
